A #universidade de São Paulo (USP) está ofertando uma nova modalidade de disciplina em um curso de pós-graduação, que busca criar aulas que falem sobre protesto, ou seja, a turma terá que buscar conhecimento aprofundado sobre movimento social. Consta que a disciplina faz parte do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS), sendo promovida pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH); tendo como finalidade fazer aulas que estimulem avanços em movimentos sociais.

Segundo a emenda da disciplina, que encontra-se no site da USP, a disciplina busca pesquisar e investigar os movimentos sociais mais novos, introduzindo um ponto de vista transnacional no que refere-se ao tratamento de questões relativas a pesquisa sobre os movimentos urbanos de resistência que surgiram em São Paulo e também em outras capitas brasileiras nos últimos anos.

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Destaca-se que o conteúdo da disciplina apresenta questões referentes aos movimentos sociais de rua, assim como também a influência que exercem na rede social. Assim, verifica-se que ambos os assuntos estão conectados com os temas propostos na disciplina.

Além disso, o curso almeja falar sobre assuntos defendidos por grupos progressistas, citando as manifestações que ocorreram em junho de 2013, que agregou diversas pautas vanguardistas criadas no exterior, como, por exemplo: Black Lives Matter (As Vidas Negras Importam), sendo um movimento ativista internacional, apresentando origem na comunidade afro-americana.

A disciplina terá como professora orientadora a articulista da Carta Capital e antropóloga, Rosana Pinheiro-Machado, que por meio da rede social, em sua conta no Facebook, afirmou o teor da disciplina que ela ministrará aula.

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De acordo com Rosana, quem participar da disciplina irá para protestos, participará de rodas de discussão, além disso, terá Djamila Ribeiro debatendo com os participantes da pós-graduação.

A publicação feita pela professora na qual ela transmite o objetivo que o curso de pós-graduação busca foi compartilhada por várias pessoas na internet, alguns concordaram com a iniciativa e bem como também apoiaram a nova implementação proposta pela docente, enquanto outros não aprovaram.

#Brasil #estudo