Um vídeo registrado por câmeras de segurança no sistema viário de uma cidade do Chile mostra cenas impactantes de um acidente entre um trem e um caminhão.

As imagens flagram o exato momento em que um trem em alta velocidade atinge em cheio um caminhão que estava atravessando a linha férrea. Duas pessoas morreram após a batida, que destruiu totalmente a carreta.

A composição vinha na cidade de Concepción a Santiago, no Chile. O #Acidente ocorreu após o maquinista não conseguir frear o trem, já no trecho férreo inserido no município chileno de Requínoa.

Com a forte colisão, a boleia do caminhão se separou do restante da carreta instantaneamente.

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Segundo as autoridades locais, o auxiliar do maquinista da companhia que administra o transporte ferroviário morreu na hora do impacto. Já o motorista do caminhão chegou a ser socorrido, mas morreu algumas horas depois no Hospital de Rancagua, por conta dos graves ferimentos.

A batida foi registrada na sexta-feira passada (3), mas as imagens só foram divulgadas pelas autoridades viárias chilenas nesta terça-feira (7).

A polícia local está investigando as causas do acidente, mas até o momento não deu informações sobre o que o condutor do caminhão estava fazendo na linha férrea no momento em que o trem passava.

As autoridades já sabem que o motorista do caminhão não respeitou a sinalização de “Pare”, instalada no cruzamento e avançou bem no momento em que o trem vinha. Não ficou claro se havia sinalização sonora.

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Motoristas ouvidos pela imprensa chilena dizem que trata-se de um cruzamento perigoso, com fluxo intenso de #Carros e caminhões e que, por isso, o ideal seria que o local contasse com uma passagem de nível elevada.

As vítimas foram identificadas como Rene Inostroza, assistente de maquinista, e René Paz, o motorista do caminhão. O primeiro tinha 53 anos. A idade do segundo não foi divulgada.

Bombeiros que atuaram na ocorrência disseram em entrevistas que este tipo de acidente não é incomum nas regiões que contam com linhas férreas no Chile. Eles alertam que faltam campanhas de conscientização das comunidades que vivem no entorno para diminuir a exposição a riscos.