Uma briga entre um homem e uma mulher foi filmada em 2015 voltou a se espalhar nas redes sociais e no whatsapp. As imagens retratam o nível em que o ser humano chegou. Além da pancadaria por si só já ser um exemplo desta degradação nas relações sociais há ainda a postura condenável das pessoas ao redor, que riem, se divertem, filmam a confusão e nada fazem para evitar o pior.

O caso aconteceu na comunidade da Rocinha, na zona oeste do Rio, e chegou a ser noticiado em maio de 2015. Segundo informações das notícias na época, a vítima seria amante do agressor. Com a repercussão do vídeo, a mulher do covarde teria descoberto que ele a traía.

Publicidade
Publicidade

Já no post que circula recentemente no Facebook, há relatos de que a mulher teria exigido que o dono de um bar lhe vendesse bebida fiado. Como ela já teria dívidas no estabelecimento, ele teria se recusado a servir e ela teria ficado brava, cuspindo na cara dele.

Não há confirmação até hoje do que é verdade e do que é boato na história. Seja qual for a motivação da briga, as imagens são muito claras. O homem usa de força desproporcional para agredir a mulher. Não satisfeito em lhe bater no meio da rua, ele ainda a empurra com força para uma espécie de fosso, chamada de valão.

Um homem chega a gritar “joga no valão!”. Ela cai de uma altura considerável em um local repleto de esgoto. Poderia ter batido a cabeça e sair com um traumatismo craniano importante.

Antes do vídeo de 13 segundos terminar, a vítima tenta se levantar com dificuldades no local, o que demonstra que felizmente não houve um ferimento mais grave.

Publicidade

Não se sabe de que maneira ela saiu de lá. No momento em que ela é lançada pelo homem, ouve-se muitos gritos de euforia. Aplausos e risadas de satisfação também podem ser escutadas. Ninguém fez nada para impedir a situação.

Entre os comentários no post recente, há aqueles que dizem que se ela apanhou foi porque deve ter merecido. Outros chamam o agressor de covarde. Muitos lamentam o fato de ninguém ter interferido para separar ou ajudar a vítima.

#Crime #Casos de polícia