Na tarde desta última sexta-feira (03), um jovem, de 19 anos, foi preso após uma investigação da Polícia Civil que apontam que ele seria o responsável por divulgar filmagens de um estupro coletivo. O caso aconteceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e o homem também seria um dos agressores. A situação fica ainda mais dramática quando a vítima é uma adolescente de apenas 13 anos, e os outros dois abusadores que participaram do estupro seriam dois outros menores de idade.

Nas imagens, que foram amplamente divulgadas nas mídias, sobretudo em grupos de celulares, o jovem aparece juntamente com os outros dois adolescentes abusando de maneira sequencial e vil a menina.

Publicidade
Publicidade

Segundo os investigadores, que já tinham um mandado de busca e apreensão contra o jovem, a violência aconteceu na semana passada, mas somente agora os policiais conseguiram chegar até o homem. Ele não teve sua identidade revelada, pois ainda será preciso determinar com certeza a sua participação no crime.

A Polícia Civil chegou até um dos agressores através de denúncia depois que o mesmo começou a enviar mensagens com o conteúdo criminoso a diversos grupos de amigos. Depois de reconhecida a identidade do mesmo, os investigadores foram até a sua casa no bairro Aparício Borges, onde apreenderam dentre outras coisas o celular onde as gravações se encontravam.

Dois inquéritos foram abertos separadamente, a princípio o jovem está preso por ter divulgado as filmagens em que ele aparece com os outros dois adolescentes.

Publicidade

Outra investigação agora apura a participação dos três no estupro coletivo contra a criança. A Delegacia de Polícia para Criança e Adolescente agora está lidando com o caso e já localizou a vítima para prestar a ajuda necessária em situação como essa.

Os outros dois adolescentes compareceram até a Comarca responsável por menores infratores e já prestaram depoimento. De acordo com o que já foi apurado e com relatos de diversas testemunhas, a menina conhecia todos os três agressores que faziam parte de seu convívio social. De acordo com a delegada responsável pelo caso a criança está recebendo o suporte necessário e passa bem, apesar de todo o trauma psicológico que terá que enfrentar daqui pra frente. #Crime #Casos de polícia