Um vídeo envolvendo o espancamento de uma jovem foi publicado nesta quinta-feira (2) nas redes sociais, gerando enorme repercussão.

Com mais de 328 mil visualizações em 24 horas, além de 1.800 comentários e 6.800 compartilhamentos, o material traz cenas chocantes.

Nas imagens uma jovem aparece recebendo vários golpes de uma outra moça, aparentemente mais velha. Segundo o internauta que postou o conteúdo no Facebook, a vítima estaria grávida de cinco meses e, por conta das pancadas que recebeu na barriga, acabou perdendo o bebê. Não foi possível confirmar a informação.

Indignado, o internauta, denominado Bernardo Luís, pede ajuda para ampliar os compartilhamentos e assim colaborar para que a agressora seja punida.

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Ele explica que o fato, classificado por ele como absurdo, aconteceu na última segunda-feira (27), na cidade de Sátiro Dias, no interior da Bahia, a cerca de 200 quilômetros de Salvador.

Ele pede cadeia para a “assassina” e “psicopata”, mas não explica como teve acesso ao vídeo.

Ao que parece, a gravação das cenas foi premeditada, uma vez que as pessoas que rodeiam e participam da filmagem não fazem nada para parar a violência. Pelo contrário. As vozes que são ouvidas estimulam a pancadaria.

A vítima diz “me solta sua vagabunda”. A agressora, que com uma das pernas prende o rosto da outra contra o chão, responde com três fortes socos na barriga dela. Depois ela dá murros e chutes no rosto.

Ao fundo, uma mulher apoia a violência: “É para bater mesmo”, diz. Quando um outro chute é acertado em cheio no rosto da vítima, uma outra mulher diz.

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“Deixa Gabi, parou Gabi. Chega, chega”.

A agressora então sai de perto da espancada, que fica se contorcendo de dor, levando a mão na barriga.

São, ao todo, 20 segundos de cenas impressionantes de violência gratuita e injustificável. O mais chocante é que em nenhum momento algum cidadão tenta intervir para barrar o espancamento. O que parece é que os espectadores atentos assistem a cada lance, curiosos para saber o desfecho.

Essa foi a principal crítica dos mais de 1.800 internautas que fizeram comentários no post. Não há informações se a agressora foi identificada e detida. Também não é possível saber o motivo da violência.

#Crime #Casos de polícia