Apesar dos dois terminais urbanos e também a rodoviária da cidade estarem sem ônibus, Sorocaba, no interior de São Paulo, não registrou grandes incidentes nesta sexta-feira (28), quando acontece uma #Greve geral convocada por centrais sindicais. Durante toda a manhã, alguns protestos ocorreram em diferentes pontos da cidade, que paralisaram o trânsito por alguns minutos. No entanto, a ação preventiva da #Polícia Militar, que trabalhou com todo seu efetivo, evitou o bloqueio de avenidas e estradas com pneus incendiados.

Na Avenida Afonso Vergueiro, próximo ao Shopping #Sorocaba, por volta das 5 da manhã, um grupo foi surpreendido pela Polícia Militar tentando atear fogo em pneus.

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Os homens foram encaminhados ao Plantão Norte, onde foi elaborado um boletim de ocorrência, e posteriormente liberados. Eles estavam com uma Volkswagen Kombi, onde havia cerca de 30 pneus e combustível. O veículo e todo o material foram apreendidos.

Em outra ocorrência, dois homens foram pegos com dispositivos usados para furar pneus, chamados de miguelitos, que foram espalhados pela Avenida Paulo Varchavtchik. De acordo com a polícia, outros artefatos deste tipo foram apreendidos nos carros pertencentes à dupla, que foi levada para o Plantão Norte e liberada. Em outra avenida da zona industrial, alguns veículos tiveram os pneus furados pelos mesmos objetos.

Já na Rodovia João Leme dos Santos (SP-264), próximo à Universidade Federal de São Carlos, na altura do quilometro 111, cinco veículos estacionaram próximo à rodovia, mas ,ao notarem a chegada das viaturas da Polícia Rodoviária, os motoristas deixaram o local antes de qualquer tipo de abordagem.

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Vandalismo

Durante a madrugada, o PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) foi vandalizado, tendo o vidro de sua fachada quebrado por um tijolo. O espaço funcionou normalmente nesta sexta-feira (28), e as pessoas que foram lá em busca de trabalho saíram com encaminhamento.

Segundo a Prefeitura de Sorocaba, as Unidades Básicas de Saúde e Pronto Atendimentos funcionam normalmente, mas o movimento de pacientes é baixo, talvez devido a dúvida das pessoas quanto ao seu funcionamento ou a falta de transporte.

No Centro da cidade, o comércio fechou as portas e os poucos que buscaram ficar abertos foram pressionados para também fechar. Em um dos casos, houve discussão e a polícia precisou intervir para evitar agressões.

Nos bairros da cidade, o comércio seguiu funcionando normalmente. Manifestantes também tentaram impedir a abertura do maior shopping da cidade, colocando correntes nos portões. A segurança acionou a Polícia Militar, que fez o desbloqueio para permitir o acesso ao local, que funciona normalmente.