Guilherme Longo tem dado trabalho à polícia desde que cometeu o #Crime que chocou o país.

O menino Joaquim Pontes Marques foi encontrado morto em Barretos, cidade de São Paulo, depois de estar desaparecido há 5 dias da casa onde morava com o padrasto, a mãe e o irmão.

O caso aconteceu em novembro de 2013 e, à época, a polícia desconfiou da mãe e do padrasto que, obviamente, negavam contundentemente o fato.

Depois das investigações, a polícia concluiu que o padrasto, Guilherme Longo, matou o menino e jogou o corpo em córrego próximo de casa.

O menino sofria de diabetes e teve alta dose de insulina injetada. Sua morte não havia sido afogamento, de acordo com laudo emitido pelo IML (Instituto Médico Legal).

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A mãe foi acusada de omissão, uma vez que sabia que o companheiro era usuário de cocaína e deixou o menino sob sua responsabilidade.

Pelo fato do processo ter sido muito longo, Guilherme conseguiu um habeas corpus que o colocou em liberdade provisória.

Confissão de culpa

Depois de muito negar, Guilherme concedeu entrevista ao jornalismo da Record e confessou à produtora Juliana Melani ter matado o menino Joaquim, bem como detalhes do caso. Após a confissão e com mandado de prisão expedido, o acusado desapareceu.

Em entrevista, Guilherme fala claramente que pensou que se Joaquim não estivesse “ali”, a vida dele iria melhorar. Foi quando o levou para fora de casa e o matou. “Eu estrangulei ele... sem... eu não apertei a tranqueia dele né, para não machucar. Eu sabia que ia machucar. Simplesmente comprimi a lateral do pescoço dele para que desmaiasse sem dor.

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Foi rápido.”, disse em entrevista que você pode conferir em vídeo na reportagem abaixo.

Prisão

Agora, 7 meses após sua fuga, Guilherme Longo foi preso pela Interpol (Polícia Internacional) na Espanha. A prisão foi realizada por volta das 6 h desta quinta-feira (27).

Longo usava documentos falsos de um primo que mora em Santa Catarina e, de acordo com o G1, ele pode ter deixado o Brasil pelo Uruguai.

A Polícia Federal informa que ele deverá permanecer na Espanha até o julgamento do processo, quando será então extraditado para cumprir pena no Brasil.

O advogado de defesa, Antonio Carlos Oliveira, diz que não conhecia o paradeiro de Guilherme Longo, que não teve contato com ele nenhuma vez durante esses 7 meses em que esteve foragido e que pedirá para, após extraditado, Longo seja transferido imediatamente para a prisão do Tremembé por uma questão de segurança.

O Itamaraty espera ser notificado oficialmente para tomar as providências cabíveis ao caso.

Vídeo

#Casos de polícia