Cenas bárbaras, com imagens muito fortes têm percorrido a internet desde o início deste mês. Trata-se de uma vítima de um suposto suicídio que ao que tudo indica teria se deitado sobre uma linha férrea no momento em que um trem se aproximava.

Benedito Aparecido do Amaral foi encontrado na tarde do último dia 4, uma terça-feira, com o corpo partido ao meio, sobre os trilhos que passam por Matão, no interior de são Paulo, cidade próxima à Araraquara. O trecho em que o corpo foi descoberto fica próximo ao conhecido Túnel da Liberdade.

A imprensa local aponta que Benedito estaria sendo procurado pela polícia desde que foi condenado pelo #Crime de estupro de vulnerável.

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O homem tinha 51 anos, e foi julgado e sentenciado por abusar de três sobrinhas.

O corpo foi periciado e encaminhado ao Instituto Médico Legal de Araraquara no dia seguinte (5) em que foi encontrado.

Benedito estava de bruços quando foi encontrado. Ele vestia camiseta esportiva e bermuda e estava descalço.

Não foi informado se o homem era casado e se tinha filhos. De acordo com a Polícia Civil de Matão, os investigadores que atuam para esclarecer o caso trabalham com a hipótese de suicídio, mas não descartam um possível homicídio.

A polícia ficou sabendo do caso depois que populares e funcionários da concessionário do serviço de transporte ferroviário de cargas acionaram as autoridades. O local não é muito próximo a áreas habitadas.

Equipes do corpo de bombeiros foram os primeiros a chegarem no local.

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Como envolvem imagens fortes e a provável morte por suicídio (tema que a mídia tradicional não costuma noticiar para não incentivar outros casos) poucos sites e portais publicaram informações sobre o ocorrido.

Não se sabe se havia algum indício de que Benedito pudesse ter sido condenado injustamente e tivesse se entregado à morte por não suportar a ideia de ser preso sem motivo. Ou se o que ele temia era ser alvo de retaliações que todo o condenado por estupro sofre nos presídios. Também não há informações se ele tinha algum distúrbio psíquico.

A ideia da morte ter sido causada por homicídio parece não ter tanta força, já que pessoas que quisessem supostamente justiça pelo suposto crime de estupro de vulnerável, poderiam ter simplesmente denunciado o rapaz, que, por já ter sido julgado e condenado, iria cumprir pena de provação de liberdade de imediato.

A empresa concessionária do serviço de transporte ferroviário também não deu declarações oficiais sobre a ocorrência. #Casos de polícia