Priscila Valença, uma vendedora de 43 anos, de Bauru, no interior do Estado de São Paulo, entrou em pânico quando descobriu que o seu filho, de apenas 16 anos, estava jogando o jogo fatal Desafio da #Baleia Azul. Tal como informa o site “UOL”, a mãe descobriu que o filho tinha acesso a esse jogo depois de o jovem ter tido uma discussão violenta, tendo até ameaçado cortar o ex-marido de Priscila com uma faca.

Quando chegou a casa, a vendedora viu que seu filho fez cortes em seu rosto, além de já ter vários em seus braços. O Desafio da Baleia Azul se expandiu rapidamente entre os jovens na Rússia, tendo em seguida chegado ao Brasil.

Publicidade
Publicidade

Em um espaço de poucas semanas, as autoridades brasileiras já confirmaram pelo menos duas vítimas desse jogo fatal que, por incrível que possa parecer, tem como seu objetivo final levar os participantes ao suicídio, escolhendo mesmo a data e a hora que eles têm de fazer isso.

“Meu menino me contou que entrou no jogo Baleia Azul via grupo de WhatsApp. Vejo isso como um sinal de que meu filho queria minha atenção, então é isso que eu vou dar”, afirmou Priscila em uma entrevista ao portal “UOL”. De fato, e sem saber o que fazer, pois o seu filho não sabia se iria se matar ou não, a mãe tirou fotos de todos os cortes que ele já tinha feito no seu corpo, pedindo ajuda através das #Redes Sociais.

Rapidamente, Priscila ficou com o celular e cortou a internet para que o jovem de 16 anos parasse imediatamente de jogar o desafio que, caso não fosse travado, poderia facilmente levá-lo ao suicídio.

Publicidade

Depois do enorme susto, a mãe conseguiu que o filho deixasse de ter acesso ao jogo, estando nesse momento frequentando sessões com psicólogos para eles tentarem perceber o que motivou esse jovem para cometer essas loucuras.

Ao que tudo indica, o adolescente garantiu diversas vezes que, caso se suicidasse, ninguém iria sentir a sua falta. Ao contrário do que aconteceu com essa história, muitos outros jovens brasileiros podem já ter entrado nesse jogo sem os pais terem reparado.

Por isso mesmo, e depois de já ter existido mortes confirmadas, as autoridades fizeram questão de alertar para os perigos desse desafio. Elas aconselham os responsáveis por esses jovens para controlarem muito bem o que eles estão fazendo nas redes sociais e, sobretudo, para ficarem atentos se repararem em algum comportamento estranho, como, por exemplo, aconteceu com o filho de Priscila durante uma briga muito violenta. #Investigação Criminal