Um caso noticiado durante a semana tomou conta da internet. Um homem, acusado de estupro, que chamaremos de Tiago (nome fictício, pois o caso ainda é apurado pelos investigadores), estava sendo procurado pela polícia e, ao tentar fugir, acabou sendo atropelado por um trem, que vinha fazendo o seu trajeto. O caso aconteceu no dia 4, mas apenas agora foi noticiado pela imprensa. O desastre humano ocorreu na cidade de Matão, localizada no interior do estado de São Paulo. O acusado acabou com o corpo partido ao meio, após sua tentativa de fuga dar completamente errada.

Tiago era acusado de cometer o abuso sexual contra duas meninas, que seriam suas sobrinhas.

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A polícia o estava procurando e o homem, em um ato de desespero, jogou-se na linha do trem. O peso do trem, no entanto, acabou partindo o corpo do acusado ao meio. Agentes tiveram dificuldade para remover seu corpo do local. Imagens do cadáver chegaram a ser divulgadas na internet. Lembramos que a divulgação dessas fotos pode se configurar no #Crime de vilipêndio de cadáver. As imagens chocantes, no entanto, mostraram um fato ruim do ser humano, o de parecer gostar de quando o bandido se dá mal. Não seria melhor o homem ser preso e pagar pelos crimes que cometeu?

Nas redes sociais, moradores da região dizem que acham que o homem pagou pelo o que fez. O corpo dele foi encontrado no início da tarde, quando um rapaz, de 18 anos, notou que algo estava estranho. O corpo do homem foi partido na região do tórax.

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Agentes chegaram com um caixão para retirá-lo do local. Geralmente, em casos como esse, antes do enterro ocorre uma avaliação do Instituto Médico Legal (IML), que determina a causa da morte. A Polícia de Matão agora investiga se o homem teria se matado, ou se um acidente ocorreu e ele não viu o trem.

Infelizmente, casos de estupro são muito comuns em todo o país e também no mundo. Campanhas contra a violência sexual são feitas pelo governo federal, mas somente elas não são capazes de deter esse tipo de crime. É necessário, é claro, que haja a denúncia dos afetados e, caso alguém veja algo estranho, também pode denunciar o caso anonimante. Cabe sempre as autoridades averiguarem o que está acontecendo. Lembramos ainda que a "justiça com as próprias mãos" pode configurar crime, além de, em muitos casos, também ser uma injustiça.

O que você pensa sobre o destino do suposto estuprador? Deixe seu comentário. Ele é importante e ajuda no diálogo.