Uma senhora de setenta e oito anos acabou sendo espancada por um profissional da saúde dentro da Unidade de Terapia Intensivas (UTI) do Hospital do Servidor Público Municipal do estado de São Paulo. Era justamente um funcionário que cuidada da idosa, de setenta e oito anos, que foi acusado das agressões. De acordo com informações da Secretaria de Saúde, ele foi afastado das funções. A entidade disse que apura o caso e que vê a conduta do profissional, que não teve o nome identificado, como completamente "desagradável". O caso foi noticiado pelo portal de notícias G1 e também pela Rede Globo de Televisão.

Thereza Aparecida é a vítima que teria apanhado do enfermeiro.

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Ela aparece em um vídeo, que pode ser visto ao final dessa reportagem, completamente machucada. “Ele me xingou de tudo quanto foi nome e foi me batendo, bateu até cansar”, confessou a idosa nas imagens gravadas com uma câmera de celular dentro da unidade. A filha de Thereza, Hedilaine Garcia, conversou com a Globo e diz que se sentiu muito mal ao ver a mãe toda roxa e, ao mesmo tempo, não poder fazer nada diretamente sobre o caso, a não ser denunciar na mídia. Ela vê a situação de um enfermeiro maltratar pacientes como completamente inadmissível. “Foram puxões de cabelo, tapa na cara", disse a filha revoltosa na entrevista da Globo.

O enfermeiro em questão já trabalharia na unidade há vinte e sete anos e, até então, nunca ninguém relatou qualquer conduta fora do contexto. No entanto, devido a dimensão do caso, a Secretaria de Saúde decidiu afastar o funcionário de suas funções e vai apurar tudo o que houve.

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Até a divulgação do caso, pela Globo, o enfermeiro ainda não havia sido ouvido. O representante do hospital, Antonio Célio, disse que acredita que houve uma eventual discussão e que o profissional, aparentemente, teria dado um tapa no rosto da senhora. Tudo teria acontecido durante a madrugada.

A idosa, que se recuperava de uma cirurgia, precisou ficar mais tempo no hospital por conta da agressão. A família, que abriu a sindicância sobre o caso, diz que ela teve medo de dormir e durante a noite ser morta.

Veja abaixo uma reportagem feita pelo SPTV 2ª Edição. Nela, uma parente da senhora também chora durante a entrevista

E você, o que acha que as autoridades tem que fazer em torno desse triste assunto? Deixe o seu comentário. A sua opinião é sempre importante e ajuda no diálogo de temas relevantes para a sociedade. #Crime #Investigação Criminal