No último domingo (23,) uma #Mulher de 52 anos quase perdeu a vida ao ir para igreja, mas o que assustou a todos foi o fato dela ter sido ameaçada pelo próprio marido.

O homem de 56 anos foi atrás da esposa dentro de uma #Igreja no município de Itaporã, em Mato Grosso do Sul. Ele chegou ameaçando a mulher de morte e afirmou que iria arranca-la do local a força, se caso fosse preciso, ainda bateria nela.

Segundo informações da Polícia Militar, a mulher foi para casa acompanhada do marido, mas estava com muito medo de ser agredida pelo homem. Ao chegarem à residência, o casal teve uma discussão, o marido ameaçou a esposa de morte caso ela retornasse as reuniões da igreja.

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A polícia foi chamada e compareceu ao local da confusão. Para registrar o ocorrido, o casal foi levado para a delegacia e o marido responderá por violência doméstica contra a mulher.

O que é violência doméstica?

Na maior parte dos casos, essa violência acontece quando um homem (marido, namorado ou ex) agride a companheira motivada por um sentimento de posse sobre as escolhas de vida da mulher.

De acordo com a Lei n° 11.340/2006, a lei Maria da Penha, a relação íntima não se restringe a relações amorosas e pode haver violência doméstica independente do grau de parentesco, pois o agressor pode ser o padrasto, madrasta, sogros, cunhados ou qualquer outro agregado.

Segundo uma pesquisa realizada pela instituição Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado, os casos de violência doméstica contra mulheres vêm aumentando no decorrer dos anos.

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No Brasil, cinco mulheres sofrem #agressão a cada dois minutos e os agressores são quase sempre o marido, namorado ou ex.

Apesar das informações serem assustadoras, os casos não são reconhecidos como deveriam, isso acontece devido a cultura ultrapassada que insiste em manter a desigualdade entre mulheres e homens, fazendo com que os crimes fiquem em silêncio.

Muitos casos de violência contra mulher são justificados pelo consumo de bebidas alcoólicas, e em pleno século XXI, muitas pessoas ainda afirmam que brigas dentro de casa devem ser resolvidas na própria residência.