Nessa semana, o jogo 'Baleia Azul' tomou conta da internet. Ninguém até então havia ouvido falar no assunto. Agora, segundo o site 'O Tempo', acredita-se que pelo menos uma centena de pessoas tenham morrido. A maioria dos casos, que envolvem suicídio, ocorreram na Rússia. No entanto, pelo menos três casos teriam acontecido no Brasil na última semana. A polícia ainda investiga a relação do jogo macabro com o falecimento dos jovens envolvidos. Segundo o site de 'O Tempo', um dos mortos foi Gabriel Cabral, de apenas 19 anos. A morte dele chocou vizinhos, na região de Pará de Minas, no centro de Minas Gerais. Gabriel morava com a namorada e decidiu participar do jogo, cuja última tarefa (de um total de cinquenta) é tirar a própria vida.

Imagens do corpo de algumas vítimas estão sendo divulgadas na internet.

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O absurdo, lembramos, pode ser configurado no #Crime de vilipêndio de cadáver. Por isso, não compartilhe imagens do tipo. O ideal é que as pessoas alertem as outras sobre o perigo do jogo e assim, quem sabe, evitem novas vítimas. Os familiares do Mineiro morto informaram à polícia que sabiam que o rapaz estava há pelo menos um mês em grupos sobre o 'Baleia Azul'. Nesse tempo, o jovem, que era um rapaz calmo, começou a mudar seu comportamento. O rapaz era trabalhador, não tinha filhos e trabalhava de carteira assinada. Ele deixa uma filha, de apenas um mês de idade.

O mineiro, infelizmente, não foi o primeiro caso registrado no Brasil e que envolveria o chamado 'Baleia Azul'. A outra morte aconteceu no estado do Mato Grosso do Sul, na cidade de Cuiabá. Por lá, quem se matou foi uma menina.

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Ela foi encontrada em um lago da cidade. Outro caso que está sendo investigado, segundo 'O Tempo', se refere ao suicídio de um adolescente, de 13 anos, em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. É preciso ficar atento às atitudes dos filhos. Há relatos de pais que conseguiram evitar que seus entes queridos cometessem o suicídio, por observarem a mudança nas atitudes. Na Ucrânia, por exemplo, um pai e uma mãe chegaram a tempo de evitar que o filho tirasse a própria vida. Eles encontraram uma espécie de carta de despedida e foram o mais rápido que conseguiram atrás do garoto.

Na Rússia, já existe uma campanha online e em outros meios de comunicação explicando o quão ruim é o jogo, conhecido como a brincadeira do suicídio. Não é a primeira vez que esse tipo de situação macabra envolve brincadeiras. Deixe seu comentário.