No início da noite desta última quarta-feira (29), o corpo de uma mulher foi encontrado no porta-malas de seu próprio veículo, em Peruíbe, no Litoral de São Paulo. A vítima foi identificada como Luzianira de Lima Pereira, de 47 anos, e era casada com Enio Pestana Júnior, de 63 anos, que teria sido o responsável por denunciar à polícia o desaparecimento da esposa deste a última terça-feira.

Depois que o cadáver foi encontrado, os investigadores da Polícia Civil começaram a delinear a história do #Crime, e divulgaram neste último sábado (01), que a mulher tentava fugir com um amante. Segundo as mensagens e conversas divulgadas pelos policiais, Luzianira trocava recados amorosos com um músico da cidade, que inclusive era amigo da família, e do marido dela.

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De acordo com o advogado do marido, ele soube da traição há pouco tempo.

No início da última semana, os dois teriam tido uma conversa em que ela confessou que fugiria com o amante. O homem em questão participava do circulo familiar há muito tempo, com vários anos de convivência, e não parecia ser uma pessoa ruim. Segundo o depoimento dado na delegacia, Enio relatou que ao ficar sabendo da traição teria brigado com a mulher, mas que em nenhum momento houve agressões físicas por parte dele. Inclusive, eles chegaram a ter relações sexuais antes que ela resolvesse sair de casa e desaparecesse.

De acordo com os investigadores, todos os fatos apontam que Luzianira esteve com o amante depois de sair de casa, até ser encontrada na quarta-feira. O marido relatou que ela estava iludida, que o homem havia prometido a ela uma vida melhor, e ela pensava em passar o resto da vida com ele.

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Preocupado com a esposa, teria sido o próprio marido a denunciar o desaparecimento da mesma.

O suposto amante também já prestou depoimento aos investigadores, que agora devem determinar uma possível participação do mesmo no crime. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e deverá passar por serviço de necropsia que determinará a causa da morte, o laudo deve sair em no máximo trinta dias e poderá ajudar a elucidar as circunstâncias do crime.

#Casos de polícia