Quem está antenado na rede mundial de computadores sabe do novo jogo, o Baleia Azul, e como ele tem deixado pais do mundo todo em alerta em relação aos seus filhos. O jogo suicida que começou na Rússia, de um tempo pra cá tem ganhado proporções gigantescas e até mesmo já causou vítimas aqui no Brasil. Várias instituições estão dando palestras em relação ao #Suicídio (que mata mais que a AIDS no mundo inteiro) e a forma como os pais de adolescentes podem ajuda-los a enfrentar seus medos e problemas cotidianos.

Tendo em vista problemas que o tal "#Baleia Azul" está causando, foi criado no Facebook o "#baleia rosa", com desafios que propõem que as pessoas façam desafios do bem.

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Em pouquíssimas semanas, a página já alcançou mais de 240 mil curtidas no Brasil inteiro.

O jogo foi criado por dois amigos do ramo de publicidade. Os dois fizeram contas em Twitter, Instagram e até criaram um site exclusivo. "Estamos vivendo uma época de muita descrença, ódio, negatividade, impaciência, indiferença, incertezas. Parece que falta esperança nas pessoas! Nadando contra esta maré, sabemos que a internet pode ser uma poderosa ferramenta para reverter este quadro. Acreditamos que todos têm a capacidade de ajudar outras pessoas e construir o bem", os criadores dizem.

Ao todo são 80 desafios, como perdoar alguém, pegar um lixo na rua que não é seu e jogar na lixeira, entre outros. A intenção da designer e do publicitário (ambos criadores do projeto) é de diminuir as taxas de suicídio no Brasil e mostrar como a vida deve ser preservada por ser maravilhosa.

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Conheça alguns dos desafios que essa campanha do bem propõe:

1- Com uma canetinha, escreva na pele de uma pessoa o quanto que você a ama;

2- Desenhe uma baleia rosa, com frases motivadoras e poste na internet;

12- Faça algo generoso a alguém;

20- Passe o dia sem usar nenhuma palavra negativa.

“Eu fiquei muito impressionada quando soube dos desafios da baleia rosa. Eu e um amigo decidimos então criar essas atividades que fossem positivas, que ajudassem na autoestima das pessoas. A gente queria incentivar as pessoas a fazerem bem para outras”, cita uma das criadoras dessa corrente, que prefere manter-se em anônimo.

Depois destas conscientizações em torno da internet, o número de ligações para o CVV (Centro de Valorização da Vida), tem aumentado cada vez mais. A toda hora, várias pessoas ligam em busca de ajuda para não tirarem suas próprias vidas e meios de como melhorar sua auto-estima, dentre outros.