Maria Luzianira de Lima Pereira, mais conhecida como Luzia, tinha 47 anos e um sonho, fugir com o seu amante. No entanto, no último dia 29, ela foi encontrada morta dentro do porta-malas do próprio carro. O caso aconteceu na cidade de Peruíbe, no litoral de São Paulo. Agora a polícia se pergunta: 'Quem matou Luzia?', que não tem marcas de tiros, agressões ou facadas no próprio corpo. O advogado do marido de Luzia confessou que traído sabia do relacionamento extraconjugal e o amante e ela iriam fugir, mas que seu cliente nega qualquer participação no #Crime. "Eu jamais faria isso, mas a alertava que nenhum homem era um príncipe encantado", garantiu ele.

O casal de amantes trocava juras de amor pelo WhatsApp.

Publicidade
Publicidade

Em uma das conversas, a mulher chega a dizer que tem medo de não corresponder à expectativas do companheiro. Ele, de maneira monossilábica, diz apenas um "delícia". O advogado da família da morta, Enio Pestano, confirmou que o marido da vítima brigou com ela, mas que nunca os dois tiveram, sequer, uma agressão física, mesmo com o homem - identificado como Carlenio Pereira - sabendo que tinha sido trocado por outro e que a esposa queria fugir da região para viver um grande amor.

“Eles, inclusive, tiveram uma noite de amor horas antes do desaparecimento da mulher. Mas, ainda assim, ela pensava em fugir com o amante. Ela estava iludida, achava que ele era o príncipe encantado", disse o advogado de um dos principais suspeitos do caso. O amante também foi chamado para dar depoimento e também negou que tivesse efetuado o crime.

Publicidade

O marido da vítima, preocupado com o fato dela não voltar para casa, comunicou que a mulher tinha sumido, mas avisou a polícia que ela tinha um amante, ou seja, que poderia simplesmente ter ido embora.

A polícia agora tenta usar câmeras de monitoramento para saber o que aconteceu no dia do crime. A vítima tinha marcado no local com uma pessoa, de fora de sua cidade, e que essa pessoa seria de confiança. O advogado ainda lembrou que seque os exames feitos no corpo da vítima indicam envenenamento e que a morte da mulher é intrigante.