O caso do menino Habib's ganhou uma reviravolta nesta quarta-feira, 5. A família, que está na justiça tentando incriminar os seguranças da lanchonete por supostamente terem matado o garoto João Victor Souza de Carvalho, de 13 anos, revela que o Habib's tentou um acordo. Os advogados da família, do escritório FC, revelaram que um outro advogado, dessa vez, representando o Habib's, entrou em contato com os familiares e tentou um acordo. O objetivo dele era tentar que os parentes do menor abandonassem de vez o caso, que tem prejudicado a imagem da rede de fast-food, especialmente no estado de São Paulo.

O pai do menino, Marcelo Fernandes de Carvalho, de 42 anos, também recebeu um contato do advogado do Habib's.

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Ele, no entanto, não aceitou a grana alta. Segundo a família, o que eles querem é justiça e que todos os culpados cumpram o suposto #Crime na cadeia. Lembrando que o corpo do menino será exumado, a fim de que uma nova perícia seja realizada. O primeiro laudo, feito pelo Instituto Médico Legal (IML) da Polícia Civil de São Paulo diz que o garoto morreu por ter ingerido lança-perfume, o que provocou nele uma parada cardio-respiratória. A família não aceita esse laudo e acredita que ele foi burlado.

O contato do advogado do Habib's, segundo o pai do menino morto, teria ocorrido no sábado, 1º. Ele foi identificado Barbosa. O pai de João Victor, Marcelo, disse que iria até à imprensa denunciar o que chamou de tentativa de suborno. O advogado negou que tenha tentado subornar a família do menino morto.

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É bom lembrar que na justiça processos por acordo financeiros são comuns e evitam o desgaste de ambas as partes na justiça. Um processo como esse tende a ser longo e prejudicar a marca.

A lanchonete, em nota enviada ao portal de notícias R7 disse o seguinte: "O Habib's respeita a decisão judicial e reafirma que segue à disposição das autoridades e colaborando com as investigações em curso". O advogado do pai de João Victor ainda revelou que os profissionais da rede fast food tentaram a negociação sem eles. #Investigação Criminal