Recentemente veio a público uma nova “febre” entre os jovens adolescentes: o Jogo da Baleia Azul. Embora o nome pareça definir um passatempo lúdico e inofensivo, na verdade ele disfarça uma brincadeira extremamente arriscada, que estimula o jogador a atentar contra a própria vida.

Sim, estamos falando de um jogo suicida que pode ter levado 100 jovens a se matarem ao redor do mundo. A maioria dos casos aconteceu na Rússia, onde o jogo foi inventado, mas também já está sendo investigado o suicídio de dois brasileiros que provavelmente participaram do jogo.

Para os pais de adolescentes, esse é o momento de ficar alerta ao comportamento dos filhos para evitar que eles se envolvam com o jogo.

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Acompanhe, a seguir, 4 sugestões de atitudes que podem te ajudar nessa tarefa:

1- Converse sobre o assunto de maneira séria

Muitos pais cometem o erro de ignorar as “modas” dos adolescentes como se tudo não passasse de mera brincadeira. Mas já ressaltamos que o desafio da Baleia Azul é um jogo suicida e, por isso, é essencial chamar o seu filho para uma séria conversa sobre o assunto.

Ao discutir o tema, deixe bem claro que a vida é um bem muito precioso para ser arriscado em um jogo. Diga também sobre o sofrimento causado a família e amigos em casos de #Suicídio, de modo a conscientizar seu filho sobre as tristes consequências desse ato.

2- Esteja atento a mudanças de humor e comportamento

O Jogo Baleia Azul é composto por 50 “passos” que levam pouco a pouco o jogador a um estado de total desequilíbrio emocional.

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Por isso, os pais devem estar atentos as alterações de humor do filho e mudanças de comportamento. Observe se ele está demonstrando sinais de tristeza, depressão ou, ao contrário, uma euforia atípica - o jogo pode dar uma falsa sensação de “poder”. Também é indicado monitorar as saídas de casa, pois a maioria dos adolescentes busca lugares distantes de casa para executar os passos do jogo.

3- Certifique-se de que ele está dormindo bem

É essencial observar se o seu filho está dormindo a quantidade de horas recomendada para sua idade. Um dos passos do jogo inclui passar noites em claro ouvindo músicas tristes e, conforme indica a literatura psicológica, a privação do sono pode desencadear um estado psicótico e a perda do senso de realidade.

4- Cheque mensagens pessoais

Sabemos que a privacidade dos filhos precisa ser respeitada, mas em situações em que um jogo suicida está virando moda, é fundamental checar as redes sociais, conversas de WhatsApp, chats online e até o histórico de navegação. Somente assim será possível saber se o seu filho está participando do jogo ou possui pensamentos suicidas.

É pertinente destacar, por fim, que o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional para pessoas com pensamentos suicidas que precisam conversar de maneira sigilosa. O atendimento funciona 24 horas por dia através do telefone 141. #BaleiaAzul #Jogos