O goleiro #Bruno deve voltar a prisão após receber a maioria dos votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (#STF). A votação ocorreu nesta terça-feira (25) e o resultado foi de três votos a um. O único voto favorável a ele foi do ministro Marco Aurélio, que concedeu o habeas corpus que permitia a liberdade a Bruno. Votaram a favor da volta do goleiro a prisão Alexandre de Moraes, Rosa Weber e Luiz Fux. Não fez parte da votação o ministro Luís Roberto Barroso.

Rodrigo Janot foi quem encaminhou ao Supremo Tribunal Federal o pedido para que fosse revogada a decisão de manter Bruno em liberdade. O pedido foi feito na semana passada.

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O advogado do goleiro criticou o pedido de Janot e afirmou que Bruno estava trabalhando, que não estava cometendo nada de errado. Bruno estava jogando no clube Boa Sorte, do estado de Minas Gerais.

A soltura do goleiro

No dia 21 de fevereiro, foi determinado que o goleiro Bruno fosse libertado da cadeia devido a um habeas corpos. Ele havia sido condenou pelo assassinato de Elizia Samudio, sua ex-companheira.

A decisão do ministro Marco Aurélio Mello para que o goleiro respondesse em liberdade gerou bastante revolta nas redes sociais. Internautas utilizaram suas contas para manifestar suas opiniões a respeito da decisão.

O goleiro havia recebido uma pena de 22 anos e três meses pelo júri de Belo Horizonte.

O anúncio da liberdade de Bruno ocorreu no dia 24 de fevereiro deste ano, quando o ministro Marco Aurélio informou a decisão ao Superior Tribunal de Justiça e ao juiz de Minas Gerais, que atua na execução penal do Estado.

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O goleiro deixou o presídio no mesmo dia do comunicado de sua liberdade.

A prisão do goleiro Bruno

Bruno foi preso em 2013 por suspeita de ter assassinado sua ex-companheira, Eliza Samudio, que foi morta em 2010. Ele recebeu condenação de 22 anos e 3 meses de prisão por motivo torpe, cárcere privado, ocultaçãode cadáver e ser mandante do crime.

O corpo de Eliza Samudio foi ocultado em 2010 e nunca foi encontrado. O crime chocou toda população e teve grande visibilidade na mídia. Eliza teve um filho com o goleiro Bruno, que não aceita a paternidade do menino. Quando o goleiro cometeu o crime, jogava no Flamengo e havia adquirido o título de Campeão Brasileiro em 2009.