Respeito, tolerância e bom senso não foram lições aprendidas nem em casa e nem na sala de aula desta #Escola. Pelo menos não para esta aluna e para esta professora, que de tanto ser desrespeitada acaba perdendo a cabeça e partindo para a agressão física.

As imagens mostram como a discussão verbal entre as duas evolui para um confronto físico. As cenas, gravadas pelo aparelho celular de algum aluno, começam com a professora dizendo que a menina havia sido expulsa de outra escola porque havia um pessoal que era amigo dela. A educadora fala a palavra palhaça, mas não dá para entender se o termo foi usado para ofender a estudante.

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O fato é que a aluna, que aparenta não ter mais do que 12 anos, age com muita petulância e diz “Palhaça é a sua mãe”. Ela aponta do dedo para a cara da educadora e vai se aproximando. A professora responde “a sua” e a menina diz o mesmo e continua se aproximando, de forma ameaçadora.

Uma voz no fundo da sala grita em advertência. “Cibele”, na tentativa de conter a garota. Mas ela não se contém. A professora diz “eu já marquei clínica pra ela , pro dia 28, ela foi lá me abraçou, foi lá numa boa para buscar o documento para a Dona Armínia”.

A pré-adolescente fala mais desaforos para a professora. Ouve-se algo como “seu c...”

“Ô menina, Cibele, vai ser expulsa da escola”, diz a mulher que está no fundo da sala. A professora não consegue conter a raiva elos insultos e coloca a mão no pescoço da menina, depois a imprensa na parede.

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A garrafa de água que estava na mão da educadora cai. “Você vai aprender, porque eu não sou sua mãe, você está entendendo?”, grita ela.

Depois pega a criança pelos pulsos e vai levando para fora da classe. Enquanto isso a menina ainda fala “Eu nem gostaria que fosse”. Já fora da sala de aula é possível ouvir a professora repetindo que não é a mãe da garota para ter que ouvir desrespeitos.

O vídeo termina. Provavelmente, a criança foi levada para a diretoria. Mais um caso que ilustra como as escolas estão tendo trabalho para atuar com alunos que não aprendem o básico em casa. Noções de educação e respeito aos mais velhos.

Entretanto, a professora também deverá se responsabilizada por “perder a cabeça” e ser a primeira a encostar na menina, configurando agressão física. Por ser a mais velha, a profissional treinada para atuar em conflitos escolares, ela deveria ter punido a menina de outras formas, sem uso da força.

Não é assim que pensa a maioria dos internautas que comentaram o post nas redes sociais. Muitos acham que a menina mereceu até mais.

#Briga