Um dado estatístico comprovado que assombra os brasileiros é o de que no país, do ano de 2011 até 2015, morreram muito mais pessoas de modo violento do que as vítimas resultantes do conflito na Síria, que conta com o envolvimento, inclusive, de potências mundiais detentoras de armas nucleares, como os EUA e Rússia. Tais dados foram veiculados no ano passado pelo “Anuário Brasileiro de Segurança Pública”, publicação do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O Brasil passa por algo semelhante a uma guerra civil que não escolhe lado e não opta por inocentes ou culpados. Um exemplo claro dessa cegueira mórbida vem do estado do Piauí, onde nesta quinta-feira (11) foi capturado o acusado de assassinar, em serviço, o policial militar de nome Daniel Marcos Ferreira da Silva, que tinha 48 anos de idade.

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O #Crime aconteceu, por mais incrível que pareça, no interior da delegacia da pequena cidade de Paquetá. O criminoso se chama Wagner e foram contratados com ele um revólver calibre 32 e a arma que pertencia ao policia.

O indivíduo foi detido em um matagal que fica perto de Paquetá. Conforme explicações de Raimundo Rodrigues, comandante de polícia, até agora ninguém sabe o que levou Wagner a matar o policial. Rodrigues disse que as pessoas da localidade viram uma pessoa desconhecida andando pelo local e avisaram a polícia, que rapidamente reconheceu tratar-se do suspeito pelo crime contra o agente da lei.

Wagner foi levado para o GPM (Grupamento da Polícia Militar) existente na cidade para que a perícia estude o que de fato aconteceu nos mínimos detalhes, principalmente o motivo do crime.

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O comandante Raimundo acrescentou que a #Morte do policial se deu quando era feito o lanche para os colaboradores pertencentes à delegacia. No recinto do GPM, estavam presentes o policial vitimado, o acusado Wagner e a cozinheira que preparava o alimento, a qual foi testemunha do assassinato.

O resumo da tragédia é que o policial distraiu-se, o que bastou para que o meliante se apoderasse da arma de fogo do mesmo e efetuasse inúmeros disparos, ocasionando a morte imediata de Daniel. O policial em questão residia na cidade de Picos e estava trabalhando há pouco tempo em Paquetá.