Infelizmente, as cadeias brasileiras nem sempre conseguem salvar o preso do crime, pelo contrário. Há muitos casos de homens e mulheres que entraram na prisão por um #Crime de pequeno porte e saíram de lá especialistas em barbaridade. Isso acontece por muitos motivos. Um deles é que as pessoas ficam revoltadas, não veem oportunidades e, muitas vezes, conhecem outros bandidos que ensinam o que alguns críticos chamam de universidade do crime. Nesta segunda-feira (22), por exemplo, um preso sofreu as consequência do quanto o sistema brasileiro penitenciário é deficitário. A história do que aconteceu com ele foi dada com destaque pelo site de 'O Tempo'.

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Bandido sofre estupro coletivo na cadeia por 7 presos e detalhes são chocantes

Um preso de 22 anos revelou que sete outros bandidos, que viviam com ele na mesma cela, tiveram uma atitude bárbara. De acordo com informações do site de 'O Tempo', a situação ocorreu no Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) de Juiz de Fora, no estado de Minas Gerais. O bandido, que não teve o nome identificado, contou que estava sendo estuprado todas as noites pelos colegas de cela. O relato foi dito pelo criminoso a um médico que atende no sistema prisional. Ela acusou os outros presos da cela em que cumpre sua pena de terem cometido tal tarefa.

Os bandidos não tiveram os nomes revelados. No entanto, eles tinham as mais diversas idades. O mais velho tem 40 anos e o mais novo apenas 19.

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As demais idades são 23, 30, 32, 34 e 38 anos. Ele foi o último a chegar na cela e, por isso, acabou virando "a mulher" dos presos, servindo aos colegas para funções sexuais. Infelizmente, esse tipo de ação.

Preso estaria com laceração anal

De acordo com a vítima, a última vez que ela foi abusada sexualmente foi na noite de sábado (20). Ele teve que transar à força com os sete homens. O preso disse que os demais prisioneiros agiram com força sobre ele. O médico então fez uma perícia inicial em seu copo, mas não teria encontrado grandes marcas de violência. De qualquer forma, ele pediu que uma outra análise fosse feita.

O homem disse que, além dos estupros, ele sofria violências psicológicas. Os demais presos chegaram, inclusive, a fazer desenhos do órgão genital masculino em seu corpo. A vítima foi encaminhada para um hospital por agentes penitenciários e o médico constatou os abusos, já que a vítima apresentava laceração anal. Agora o caso é investigado e os presos podem ser novamente julgados, dessa vez, pelo crime de estupro.

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