Nesta quarta-feira (17), um homem foi preso acusado de um crime bárbaro: matar outro em um ritual de magia negra. A situação acontece em Itapevi, na grande São Paulo. O assassinato da vítima foi todo gravado em um vídeo que, posteriormente, acabou sendo compartilhado via WhatsApp. As imagens mostram o rapaz de 20 anos enforcando o outro, que aparenta ter a mesma idade. O #Crime teria ocorrido um dia antes da prisão do acusado acontecer. O corpo da vítima foi encontrado dentro de um rio, como mostra uma reportagem sobre o caso publicado pelo portal de notícias G1. Para conseguir tirar o cadáver da água, equipes de resgate foram acionadas.

O acusado foi identificado como Mateus Batista Santos.

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No vídeo que circula na internet, Mateus estrangula outro rapaz, que não teve até o momento o nome revelado. O vídeo, além de prova contra o assassinato, acabou ajudando a polícia a encontrar o assassino. Isso porque, assim que os agentes viram as imagens, conseguiram reconhecer o local onde o crime foi efetuado. Os agentes da lei ainda gravaram outro vídeo, no qual Lucas diz mesmo o que fez. De acordo com o assassino, o crime foi efetuado porque ele queria dar a alma da vítima para o diabo. Ele diz que começou a gritar e chamar o "Exu da morte", solicitando que o demônio o deixasse em paz, já que teria um nova alma para os espíritos.

A principal hipótese apontada pela polícia é que o crime tenha ocorrido em um ritual de magia negra. Outra linha de investigação é que os dois homens fossem conhecidos e teriam tornado-se desafetos graças à uma mulher.

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O assassino, que diz matar em nome do 'Exu da Morte', será indiciado pelo crime de assassinato, movido por motivo banal e sem dar chance para a vítima conseguir se defender.

Além de assassinar a vítima, o rapaz revela que a amarrou em uma pedra, jogando o seu corpo em um rio. Segundo Lucas, o corpo do morto ficou encalhado e, por isso, ele teve que ir com as próprias mãos tentar fazer com que o homem continuasse no curso das águas. “Aí eu pulei dentro do rio e empurrei ele, como se fosse uma canoa. Joguei, ele foi devagarzinho, e eu entreguei pros exus a alma dele', disse ele, como mostra a reportagem do G1. O corpo passará por perícia, a fim de identificar o nome do assassinado.

Em entrevista ao G1, Marco Antonio Marfrin, delegado da região de Itapevi, confirma que apenas o laudo médico dirá o motivo da morte da vítima, mas que, por conta do vídeo, a principal hipótese é mesmo o estrangulamento. Compartilhar o vídeo do assassinato pela internet, segundo as autoridades, também pode ser considerado crime.