Uma definição sobre #Capitalismo virou uma confusão única e com poucos precedentes na internet. Capitalismo, nada mais é o que o sistema econômico mais adotado por todos os países que se baseia na legitimidade dos bens individuais e privados, e com economia baseada na liberdade de comércio e indústria, sempre visando o lucro das atividades produtivas, comerciais e de serviços. No contraponto, existe o #Socialismo que prevê que o estado provê a necessidade do cidadão e não há a propriedade privada. Tudo é responsabilidade do Estado, desde os meios de produção aos meios de distribuição.

E claro que existem defensores de ambos os sistemas.

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Mas quando isso é levado como posição de professor aluno, o resultado pode ser muito catastrófico. No caso, em questão, uma mãe de um aluno do Rio de Janeiro, veio às redes sociais para reclamar da nota zero que a filha levou. E tudo aconteceu por conta da questão entre socialismo e capitalismo. A intenção inicial da mãe era apenas reverter a nota da filha. Conseguiu mais que isso. Ela conseguiu atenção para uma questão muito séria: professores têm o direito de serem parciais quando o assunto é política, economia ou religião?

Na questão, conforme imagens abaixo, aparece um texto sobre a globalização dos bens de consumo e uma explicação sobre o princípio capitalista. Logo depois, o professor pede para discorrer sobre uma sentença proposta, dizendo que o capitalismo fundamentaria a lógica imoral da exclusão e pedindo para que o aluno justificasse tal afirmação.

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A menina simplesmente discordou da opinião proposta e colocou sua visão sobre o capitalismo. Segundo ela, o capitalismo não excluiria ninguém, na verdade, traria empregos, dá oportunidades a todos, e que o comunismo e o socialismo não teriam dado certo em nenhum país. Continua discorrendo que o capitalismo não gera pobreza e critica a pobreza como prerrogativa individual, já que as oportunidades são colocadas a todos e trabalha num processo de meritocracia. Com isso o sistema ajudaria aqueles que se esforçam mais que os outros.

A mãe postou na internet, que levou a questão à escola e só depois disso, ela conseguiu nota máxima na questão. Criticou a escola sem partido, que na verdade, segundo sua visão, não existiria.

A postagem original da mãe repercutiu no Facebook e até o final deste domingo já tinha cerca de 12 mil compartilhamentos.

Veja a questão original da prova e a reposta na íntegra da garota e tire suas próprias conclusões sobre se a menina realmente merecia a primeira nota. Comentem.

#resposta em prova