Nesta terça-feira, 9, um novo caso de estupro coletivo ganhou um novo viés no Rio de Janeiro. A mãe de um jovem, que aparece nas imagens abusando sexualmente de uma menina de doze anos, decidiu ela mesma denunciar o filho e o levá-lo até à delegacia. Ao todo, segundo o jornal carioca Extra, pelo menos quatro suspeitos do estupro já foram revelados à polícia. Quem está à frente da investigação é o delegado Rodrigo Moreira, da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima. O #Crime ficou descoberto em todo o país graças às redes sociais. Um vídeo mostrando tudo o que ocorreu com a garota caiu na internet, assim com o que houve no ano passado, quando outra garota, de dezesseis anos, chegou a dizer que foi abusada por mais de trinta homens.

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No novo caso, a menina aparece tentando não mostrar o rosto, já que sabia que estava sendo filmada pelos rapazes. O estupro coletivo aconteceu durante uma festa. Quem descobriu que a garota havia sido violada primeiro, em sua família, foi a sua tia. Assim como o que houve em 2016, o novo caso de estupro coletivo também teve o poder da justiça e a menina entrou em um programa de proteção. Isso significa que ela pode até mesmo mudar de nome e região, como o que houve com a outra adolescente no caso registrado antes dos jogos olímpicos.

Menina estuprada tomou remédios contra o vírus HIV

A prisão dos envolvidos no caso aconteceu um dia depois da menina e sua tia prestarem um depoimento à polícia do Rio de Janeiro. Ambas chegaram com os rostos cobertos. Elas foram amparadas pela Polícia Civil.

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Além de prestar depoimento, a menina recebeu atendimento médico, recebendo remédios contra as chamadas DSTs, doenças sexualmente transmissíveis. Ela foi ouvida no próprio hospital onde a medicação foi efetuada, o Hospital do município Souza Aguiar, que fica na região central do estado.

Facebook deve colaborar com investigação de estupro coletivo do Rio de Janeiro

O delegado do caso disse que já tem o primeiro nome e os apelidos dos estupradores. O próximo passo é saber quais são os seus nomes completos. A polícia ainda conta com a ajuda do Facebook. O delegado quer que todo o material divulgado via rede social seja preservado. Pelo menos duas páginas da rede social devem ser arquivadas, mesmo que as pessoas apaguem suas mensagens.

E você, o que pensa de crimes como esse? Como deveria ser a punição desses infratores? Deixe o seu comentário. Ele é sempre importante.