A cada dia é inventado um brinquedo ou uma brincadeira diferente. Cada época é marcada por uma destas novidades. Como nos anos que foi lançado o ioiô e a mola maluca. Já nos anos 2000, quando foi inventado o Tamagoshi, um bichinho virtual que tinha as mesmas funções que um pet de verdade, como alimentar, limpar e dar banho por exemplo.

Se você não se lembra destes joguinhos, vai se lembrar do recente Pokemon Go, o jogo eletrônico que consistia em buscar e capturar os personagens do desenho com o mesmo nome através do celular e ficavam distribuídos em diversos locais da cidade. O jogo virou febre entre #crianças, jovens e adultos, por todos os lados se reuniam pessoas com os celulares nas mãos a procura dos mais variados avatares.

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Foi alvo de muitas críticas e acabou desaparecendo o interesse das pessoas por ele rapidamente.

Desta vez o brinquedo que surge é o spinner, que consiste em um modelo com pontas esféricas que giram ao ser apertadas (difícil descrever, mas é um brinquedo bem simples). Já foram lançados no mercado diversos modelos e opções.

De onde surgiu

Este dispositivo foi criados nos anos 1990 nos Estados Unidos para o tratamento de pessoas com autismo e déficit de atenção. Vinte anos mais tarde, patenteado pela indústria de #brinquedos, sua facilidade de produção, seu baixo custo e a divulgação que a internet fez com que o brinquedo ganhasse adeptos pelo mundo inteiro.

Eles podem ser encontrados em qualquer lugar, nas bancas de venda popular, nas lojas especializadas, em site pela internet. Seu preço baixo, em torno de R$ 10 aqui no Brasil, e os diversos modelos existentes facilitaram sua propagação rápida em todo mundo.

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Função para tratamento de transtornos

Segundo especialista, o #spinner não tem a finalidade de tratamento de transtorno comprovada e é necessário muitos testes para que se obtenha a comprovação desta função com o dispositivo. Sem a comprovação, seria uma fraude vendê-los como coadjuvantes nestes tratamentos.

O spinner já foi proibido em algumas escolas nos Estados Unidos e Europa. Com a justificativa de ao contrário de melhorar a concentração e a atenção, o spinner estaria atrapalhando o desenvolvimento da aulas. Sendo permitido seu uso agora somente no horário de intervalo.

O perigo

O brinquedo, apesar de seu apelo com as crianças, não é indicado para todas as idades. Ele não é recomendado para crianças menores de 3 anos por conter partes que podem ser engolidas. Há registro de acidente desse tipo.

Como ainda não está definido os benefícios e malefícios do spinner, cabe aos pais analisarem as circunstâncias e os perigos de acordo com o perfil e idade de cada criança. É preciso verificar também a embalagem, suas descrições, indicações do fabricante e análise física do brinquedo antes de entregá-lo à criança.