Um #adolescente de 17 anos, identificado como Diego Archanjo, decidiu usar #Batom para ir a escola. A prática se iniciou no início do ano de 2017, mas foi 'oprimido' pela Diretora. Leia mais.

'Opressão'

Diego, que é aluno do Sistema Elite de Ensino de Nova Iguaçu, compareceu até a coordenação da escola para retirar dúvidas a respeito de outros fatos, quando foi chamado por uma das professoras para dialogar sobre o batom que usava.

A mulher teria pedido que ele não usasse mais batom na escola, pois o fato não era permitido para nenhum dos alunos, além do que poderia gerar transtornos e preconceitos por parte dos outros estudantes.

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Em entrevista ao Extra, o garoto disse que não sabia bem o que fazer e que se sentiu 'oprimido' já que ao, invés de a professora dizer que não deixaria ninguém oprimi-lo, acabou pedindo que ele é que mudasse sua conduta para que não sofresse bullying.

Depois disso, o garoto realizou uma postagem em tom de desabafo no Twitter. A publicação do rapaz viralizou na internet com a hashtag #BatomPodeHomofobiaNAO, a segunda postagem mais comentada do país naquela rede social.

Apoio dos colegas

O que deixou o jovem ainda mais contente foi que, ao chegar na escola no outro dia, grande parte dos alunos usava batom. Disse, ainda, que a coordenadora acabou sendo hostilizada pelos alunos.

O garoto salientou que a mulher só ficou preocupada que ele sofresse algum tipo de comentário maldoso, o que é oriundo de 'machismo enraizado', segundo ele.

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Vários outros alunos de outras unidades da Instituição de Ensino postaram fotos usando batom nas redes sociais. Depois da repercussão, a Coordenadora pediu desculpas para ele e afirmou estar pensando realizar um debate entre os alunos.

Ainda, o adolescente asseverou que o movimento realizado na internet visa coibir machismo, sexismo e a #Homofobia.

Nota oficial

O Sistema Elite de Ensino divilgou nota oficial sobre o caso, alegando que a instituição de ensino jamais agiu em tom discriminatório. A escola disse, outrossim, que respeita todos os seres humanos e a diversidade a eles inerente. Ainda exclamou, ao fim, que 'o batom é livre para todos':

E você o que pensa sobre o fato? Foi exagero da coordenação da escola realizar esse tipo de comentário ao aluno ou ele exagerou na reação? Acha que a escola foi maldosa em suas colocações?

Gostou do artigo? Comente e inicie um debate acerca da homofobia em todos os aspectos e ambientes possíveis.