Um #Crime brutal e covarde aconteceu em São Paulo, no bairro do Campo Limpo, Zona Sul da cidade, na madrugada desta quarta-feira (21). Uma bebezinha de apenas dois meses de idade foi assassinada com requintes de crueldade pelo próprio pai.

De acordo com o portal Yahoo, o homem identificado como Alan Duenho, espancou a filha enquanto a esposa estava passando por uma consulta médica.

Monstro

De acordo com as informações repassadas pela 37ª Delegacia de Polícia de Campo Limpo, Alan levou sua esposa para uma consulta médica em um hospital da região, e enquanto a mãe da menina era atendida, ele ficou com o bebê dentro do carro aguardando.

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A sogra de Alan acompanhava a filha à consulta e, por volta das 3h30 da madrugada, foi até onde o carro estava estacionado para avisar o genro que a sua filha iria precisar ficar internada e que, por isso, precisariam ir até a residência do casal para buscar roupas, alimentar e deixar a garotinha dormindo.

A mulher disse que no momento que embarcou no carro, a netinha estava enrolada no manto e quietinha, ela pensou que o bebê estava dormindo e por isso não achou nada estranho. Ao chegarem em casa, a mulher contou que ele desembarcou do carro carregando o bebê, no interior do imóvel ele enrolou a menininha em um cobertor e a colocou na cama.

A avó da criança até então não notou nada de errado e foi arrumar as roupas e objetos pessoais para levar até a filha internada. A mulher contou para a polícia que no momento em que estava descendo as escadas para deixar a casa, viu que o genro pulou o muro e saiu correndo em fuga.

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Foi então que ela pensou que algo de errado podia ter acontecido com a neta. Ainda segundo a avó, ela correu até o quarto onde a menininha estava e ao desenrolar a garotinha notou que ela estava morta e com sinais de espancamento.

Os investigadores da polícia acreditam que Alan tenha batido a cabeça da bebezinha várias vezes no volante do carro enquanto esperava a esposa que estava em atendimento médico. A mãe da criança continua internada e, de acordo com a polícia, não teve participação no crime. Alan continua foragido e a polícia continua investigando em busca de informações sobre o paradeiro dele.

Exército

Alan se alistou no serviço militar obrigatório em 2014, e ingressou no exército em 2015. Alan ficou no serviço militar até outubro de 2016, após cumprir o período obrigatório de uma ano.

Infelizmente as crianças continuam sendo presas fáceis nas mãos de pessoas covardes. Qual a sua opinião a respeito de crimes como este? Deixe seu comentário, ele engrandece nosso trabalho. Obrigado. #Família #Casos de polícia