O traficante Luiz Fernando da Costa, conhecido como Fernandinho Beira-Mar, virou assunto principal de uma série de reportagem feita pela RecordTV. Ele é considerado o preso número um dos presídios federais de segurança máxima do país.

O traficante conversou com um jornalista do ‘’Jornal da Record’’ Leandro Stoliar, dando detalhes sobre como é a sua vida na cadeia, mas também como teria enganado o país e ficado fora do Brasil para se esconder da prisão. Fernandinho nega que tenha tanto poder e revela que apenas era um simples traficante de drogas. Recentemente, no entanto, uma quadrilha desmanchada no Rio de Janeiro teria ligação direta com Beira-Mar.

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O medo de Beira-Mar faz com que segurança em torno dele seja máxima

Apesar de negar ter tanto poder, o traficante é considerado um dos que já realizaram mais peripécias para tentar se livrar livre das grades. Até mesmo um helicóptero tentou tirar o traficante de dentro de um presídio.

Não é à toa que Fernandinho vive sob forte segurança. Ele está em uma prisão da cidade de Porto Velho, no Estado de Rondônia. Durante 22 horas do dia, Beira-Mar não pode ver a luz do sol. Ao ‘’Jornal da Record’’, ele falou sobre como era sua vida como o todo poderoso do Rio de Janeiro.

"Eu era mais um atacadista do que dono de uma boca de fumo", diz o criminoso ao revelar que vendia não apenas drogas, mas também armas. "Se você mata uma pessoa que não merecia morrer, você para com sua vida. Essa é a ética do crime.

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Vida se paga com vida", disse o ex-traficante.

O cotidiano atrás das grades

Fernandinho, que é monitorado por muitas câmeras ao longo do dia, tem uma vida bem solitária na cadeia. Ele passa o tempo lendo muito e só sai algemado para tomar banho de sol. O criminoso deixa a cela sozinho e faz uma definição para o presídio: uma fábrica de fazer loucos.

É tentando se livrar da loucura que Fernandinho tenta estudar e manter uma vida normal. Ele garante que está mudado e que o dinheiro não vale a pena quando comparado à falta de liberdade. Beira-Mar cumpre a pena máxima que existe no Brasil, de 30 anos de prisão.

Graças a ele, muitas estratégias para prender e manter criminosos na cadeia foram alteradas. Atualmente, o governo federal e os Estados discutem maneiras de como melhorar a qualidade das prisões em todo o país. No início do ano, muitas confusões e rebeliões foram registradas nos presídios.

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