Para a opinião de muitos, mais uma vez, a população de várias cidades em todo Brasil pode sofrer com as consequências da Greve Geral. Este movimento é encabeçado pelas maiores centrais sindicais de todo o país.

O objetivo é protestar a reforma trabalhista. A questão que está sendo discutida é o término da obrigatoriedade da contribuição sindical que é descontada de todos os trabalhadores brasileiros uma vez por ano. Além disso, outro assunto que é questionado são as novas regras da possível reforma.

Sindicato dos Metroviários

Em São Paulo, o #sindicato dos Metroviários informou que haverá a adesão a paralisação no dia 30 (Sexta-Feira).

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Ela está prevista para acontecer a partir das 4h40 até as 0 hora de sábado.

Uma assembleia foi marcada quinta-feira (29) para definir toda a paralisação. Os motoristas de ônibus até o momento não receberam nenhuma posição em relação a esse assunto.

Brasília

No centro político do país é onde se concentra boa parte dos adeptos a paralisação geral. O Sindicato dos Rodoviários do Distrito Federal confirmou a paralisação por 24 horas e também outros setores vão aderir ao movimento.

Os sindicatos dos bancários já se manifestaram a favor; professores estão mobilizando a categoria para suspensão das aulas neste dia e pedem que profissionais se reúnam para apoiar a causa; a área da Saúde também apoia a decisão da #Greve, no entanto, informam que apenas serviços não-emergenciais vão aderir ao movimento.

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Os centros cirúrgicos, as unidades intensivas (UTI´s) e as internações terão seus serviços realizados normalmente.

Terceira vez no ano

Se a paralisação, denominada Greve Geral, realmente acontecer e for realizada nesta sexta feira, será a terceira vez somente este ano. Os metroviários já realizaram outras duas manifestações que, na visão de alguns, prejudicou trabalhadores e empresas, trazendo um prejuízo enorme para a população.

Muitos serviços foram prejudicados e alguns trabalhadores impedidos de ultrapassar barricadas feitas pelas centrais sindicais sofreram agressões de manifestantes, onde tal ação foi repudiada por muitos.

Adesão das Categorias

A #CUT ainda espera o posicionamento de outras centrais espalhadas por todo o país para fazer um levantamento de todos que aderiram ao movimento e, desta forma, contabilizar quais serviços realmente serão paralisados.

Sabe-se que algumas centrais já confirmaram presença, tais como CUT, Força Sindical, Intersindical e CTB são algumas que assinaram a nota de convocação de greve da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB).