Alguns crimes acabam chamando a atenção do país. Nessa semana, por exemplo, uma ação envolvendo uma juíza arbitral no Rio de Janeiro deu o que falar. A mulher, que prefere se identificar apenas como Yara, passou por um verdadeiro perrengue. De acordo com a mulher, ela não aceitou participar de uma brincadeira íntima e tudo acabou mal. A situação aconteceu no município de Barra do Piraí. Tudo começou quando Yara marcou um encontro a 5. Além dela, uma amiga e três políticos foram para um quarto de motel. De acordo com ela, os políticos tinham vindo de Brasília para uma espécie de manifestação. O encontro íntimo dela com os vereadores acabou muito mal.

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'Tinha certeza que ia morrer', diz juíza agredida por vereadoras em encontro íntimo

No registro de ocorrência, a vítima revelou quem seriam os três políticos que estavam na festinha com ela. De acordo com Yara (nome fictício), os políticos que foram ao encontro são Flávio Banana, do PTdoB, Júnio Rocha, do Democratas e Paulo Cesar Leandro Simplicio. Todos do Rio de Janeiro. O registro policial foi feito em uma delegacia da área. O caso aconteceu no final de abril, mas apenas agora está chegando aos "ouvidos" da imprensa. No dia 32 de maio, a juíza arbitral foi convocada pela polícia para dar mais detalhes sobre o que aconteceu.

Em seu depoimento dado à polícia, Yara disse que ela e amiga foram até um motel. A amiga da juíza entrou em um banheiro com Flávio Banana. Já ela ficou com os outros dois vereadores.

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Junior Rocha e Paulo Simplício pareciam muito simpáticos. Eles começaram a tirar as roupas e ficaram apenas de cuecas. Para a surpresa da juíza, os homens começaram a se beijar. Nesse momento, Yara não quis entrar na "brincadeira" dos vereadores e a confusão aconteceu. Junior não gostou do fato da mulher não querer participar do "ménage". Segundo o depoimento da mulher, ele teria dado um tapa nela e dito que a mulher não sabia de nada.

Após apanhar, Yara deu um grito, a amiga saiu do banheiro, colocou um vestido e saíram as duas correndo do local. O vereador Simplício teria ido para a porta do quarto do motel e dito que ninguém poderia sair do local. Já o outro vereador garantiu que todo o clima para a diversão tinha acabado. Banana também colocou as calças e deu um outro tapa em Yara, xingando ela de "vagabunda".

Simplício teria ficado sozinho com Yara no quarto e se aproximado. De acordo com a vítima, ele a mordeu e disse ser a "Paloma" (não existe uma argumentação para o nome, mas dá a entender que o vereador gosta de usar o nome feminino nas relações íntimas), revelando que a vítima não sabia com quem estava mexendo. #Crime