Um bebê , de apenas 1 ano e meio, morreu depois que uma #Médica não quis prestar atendimento. A profissional, que chegou a ir até a casa do pequeno #Breno Rodrigues Duarte da Silva, se recursou a atender o garotinho. A família, amigos e quem acompanhou o caso estão revoltados. O caso aconteceu na quarta-feira (7), no Rio de Janeiro.

Agora a casa está em silêncio e o quarto vazio, Breno, que recebia atendimentos em casa para uma doença neurológica, não resistiu a uma crise e morreu. A criança precisava de muitos cuidados e a família se preocupava com o bem-estar do menino.

Desde que nasceu, ele ficou internado por sete meses.

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Quando chegou em casa, recebeu um quarto cheio de medicamentos, principalmente a bomba de oxigênio que auxiliava Breno a respirar nos momentos de crise.

Para Rhuana Lopes Rodrigues, mãe do bebê, é um dia difícil, dia para guardar o que seu primeiro filho deixou. "Eu sempre fui muito apegada a ele, eu tinha muita ajuda da minha mãe, da enfermeira, mas, por ser mãe, eu queria fazer. Eu aprendi tudo que ele precisava", conta Rhuana.

Breno nasceu com Síndrome de Ohtahara. O nome difícil é de uma doença neurológica que é uma epilepsia de difícil controle. Nos primeiros dias, ele passou a ter até 60 crises compulsivas diariamente. Por isso, passou meses no hospital até finalmente ir para casa há 11 meses.

A família do pequeno montou um quarto para que o menino pudesse ficar com tudo que ele precisasse de um ambiente hospitalar, onde ele fazia duas terapias por dia, fazia fono e recebia apoios médicos.

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No apartamento, Breno vivia com a mãe, o pai e três técnicas de enfermagens que se reversavam para cuidar do garoto 24h por dia.

Desabafo

"A dor é muito grande. Se fosse ao contrário, se fosse um ente querido dela e um outro profissional de saúde negando ajuda, será se ela não teria se revoltado? Será que ela não teria ficado triste? Será que ela não levaria para frente", desabafa a mãe.

Na manhã de quarta-feira, Rhuana e o marido lutaram pela a vida do filho. Esperaram pelo o atendimento de urgência, que chegou tarde demais. Ela explica que, no primeiro momento, o filho não corria o risco de morrer, mas havia a necessidade do bebê ser transportado com urgência para um hospital.

Uma ambulância com a médica Haydee Marques da Silva, de 59 anos, chegou ao condomínio onde a criança morava, mas foi embora em seguida por ordem da médica. A internação foi solicitada a Unimed.

O convênio médico mandou a ambulância para o transporte, após o transporte ser solicitado às 8h20. A ambulância chegou às 9h10 ambulância chegou ao condomínio.

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Porém, a médica não fez o atendimento, mas a família não sabe o motivo. As imagens de uma câmera de segurança do condomínio mostram a Haydee Marques dentro da ambulância. Ela rasga alguns papéis, gesticula bastante e depois vai embora.

A família pediu outra ambulância, mas que chegou somente duas horas depois, por volta das 11 horas. Breno morreu em casa, às 10h26. O menino foi enterrado nesta sexta-feira.

A médica que não fez o atendimento, além de já ter sido demitida, deve prestar depoimento à polícia #acusada de homicídio culposo. E para você a médica negligenciou no atendimento ao menino? Ela deve ser acusada de homicídio? Comente.