O atacante brasileiro, Johnson Kendrick Feliciano da Costa, de 24 anos, que atuava pelo time do Al-Gharafa Sports Club, do Catar, foi assassinado com um tiro no rosto após uma tentativa de assalto na manhã desta sexta-feira (7), na cidade do Guarujá, Litoral Paulista, onde passava férias com a família.

O jogador estava no bairro Sítio Paecara quando o assassino se aproximou em uma moto e disse que queria a corrente de ouro que Kendrick usava, mas ao não conseguir que vítima entregasse o pertence, efetuou um disparo em direção ao rosto do atleta e se evadiu em seguida.

A Secretaria de Saúde da cidade Guarujá informou que Kendrick foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

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Depois foi levado para o Pronto-Socorro de Vicente de Carvalho. O atleta seria transferido para o Hospital Santo Amaro, mas veio a falecer antes da transferência.

Kendrick estava aproveitando seu último dia de férias no Guarujá, pois voltaria para o Catar neste sábado (8).

Até o presente momento, o assassino não foi localizado nem há informações se já existe um suspeito. Policiais do 2º Distrito Policial de Guarujá investigam o caso.

Quem era Kendrick

Kendrick nasceu no Guarujá e passou sua infância e adolescência no bairro do Perequê. Assim como muitos garotos de origem humilde, se apaixonou pelo futebol e chegou a receber aulas do professor Afonsinho, ex-jogador que atuou com Pelé, Zito e Pepe.

O jogador, que atuava como atacante, não chegou a jogar profissionalmente por nenhum clube brasileiro, pois aos 18 anos já estava fora do Brasil.

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Sua primeira passagem internacional como atleta, foi pela Turquia, depois foi para o Catar, onde se destacou no Muaither Sports Club. Atualmente, jogava pelo #Al-Gharafa Sports Club.

Em seu site o Al-Gharafa Sports Club publicou uma mensagem de pesar e prestou condolências à família de Kendrick.

Violência no Litoral Paulista assusta

Há muitos anos, a violência em diversas cidades do Litoral Paulista deixou de ser uma novidade. Latrocínios, invasões de domicílios, furtos e roubos ocorrem a qualquer hora do dia, atingindo moradores e turistas.

No Litoral Sul, além do Guarujá, cidades como Praia Grande, São Vicente e Bertioga enfrentam uma disparada de roubos.

No Litoral Norte, antes considerado como mais pacato, a situação também assusta, especialmente em Caraguatatuba.

Moradores e turistas reclamam do número pequeno de policiais para prevenirem e investigarem os crimes nas cidades do Litoral Paulista. #Crime