Nesta sexta feira (28), caminhões-tanque do Exército já foram vistos circulados na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ao todo, mais de 10 mil agentes federais trabalharam este ano para diminuir a violência no estado.

Os primeiros reforços chegaram na tarde desta sexta na Baixada Fluminense. Como já havia citado em outro artigo, a violência no Rio está cada vez mais expressa.

Em uma nota divulgada na manhã desta sexta-feira, o general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas afirma que o Rio será apenas o começo das operações e que muitas delas virão para garantir a segurança para a população. Apesar de a atuação dos militares desta vez não ser de patrulhamento das ruas, mas, sim, um trabalho realizado para gerenciar o reconhecimento das ações futuras.

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Ação autorizada por Temer

A medida foi autorizada pelo presidente #Michel Temer, por meio de um decreto por GLO (Garantia da Lei e da Ordem). Esse procedimento é necessário para a atuação das Forças Armadas em ações da segurança pública, que é competência do estado.

De acordo com o decreto, os militares poderão participar das ações até dia 31 de dezembro. Apesar de o prazo encerrar este ano, o ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS), esclareceu que os militares poderão atuar no Rio até 2018.

Entre as últimas vezes que o Exército atuou como segurança de força foi na Copa do Mundo, em 2014, nas Olimpíadas do Rio, em 2016, e nas eleições municipais. Segundo o Ministério da Defesa, entre 2010 a #2017, foram realizadas 29 ações da lei e da ordem. O ministro não esclareceu bem como será as ações que integram o Plano Nacional de Segurança, mas, segundo Jungmann, 8.500 homens irão se juntar aos agentes nacionais.

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Nessas ações, as tropas atuam em áreas restritas e por tempo limitado, a fim de garantir a proteção da população e o funcionamento das instituições.

Tropas armadas

As tropas, afirmou ministro, irão surgir como "elemento surpresa", de acordo com as necessidades do Rio de Janeiro. "Quem vai nos orientar sobre nossas ações é a #Polícia, nós estamos no Rio de Janeiro em busca de segurança e paz, mas sabemos que haverá reação”, afirmou.

Os 8.5000 homens do exército, 620 agentes da Forças Nacionais e 380 da Polícia Rodoviária Federal atuarão fortemente na região Metropolitana para melhor desempenho. O ministro da Defesa ainda alega que isso não será um resultado extraordinário, mas vai melhorar ar segurança. "Nossa mensagem é não vamos recuar".