Neste domingo dia 23, saiu a informação que o juiz Sergio Moro proibiu o venezuelano Rodrigo Andres Cuesta Hernandes que era alvo da Tripo X, a 22º fase da #Lava Jato, que é funcionário do escritório Mossack & Fonseca, a deixar o país. Segundo consta, o escritório era usado pelos condenados da Lava Jato a esconder o recebimento de propinas. Hernandes era uns dos alvos da operação Triplo X, que investiga a origem de dinheiro usado nas inúmeras supostas propinas da OAS. Também apura se teria usado o Solaris no Guarujá, para pagar propinas.

A defesa de Hernandes tinha alegado que o venezuelano teria conseguido um emprego em uma empresa de telecomunicações espanhola, mesmo assim, o juiz tirou o seu passaporte e não retirou a medida cautelar.

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O venezuelano era alvo da operação que investigava se teria pagado propinas usando o condomínio no Guarujá, e também, estava sendo investigado por esquema criminoso que foi instalado dentro da empresa estatal Petrobrás. Além do condomínio Solaris, que é atribuído ao ex-presidente petista Lula, ainda há mais três imóveis que são investigados na Operação Lava Jato. Dois desses imóveis, teriam envolvidos parentes do ex-tesoureiro petista, João Vaccari Neto.

Em uma torre que é vizinha ao tríplex, o magistrado considera como uma espécie de propina da OAS, e que o ex-presidente petista teria também na cobertura, um apartamento que teria três andares em nome de uma Offshore que seria registrada no escritório onde o venezuelano detido, trabalhava. O venezuelano Hernandes, era conhecido como o que intermediava aberturas dessas empresas, que seriam paraísos fiscais e em apontar “laranjas” como proprietários legais, com o único objetivo de esconder o dinheiro ilegal depositado no estrangeiro.

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O escritório Mossack, também foi um dos responsáveis por fazer registros de empresas que eram fachadas do ex-diretor de serviço da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, de Pedro Barusco, ex-gerente e de Mário Góes, operador de propina, além de outros condenados e delatores da Operação Lava Jato.

O venezuelano era um dos prestadores de serviço do escritório da Mossack no país, seu passaporte foi retido pela justiça federal e não está preso. Ainda alega ao juiz #Moro, que teria conseguido arranjar um emprego numa companhia de telefonia espanhola e a sua defesa teria dito que avisaria se o venezuelano sairia do Brasil a trabalho.

Segundo o documento judicial expelido pelo juiz federal, Sergio Moro, que a medida cautelar tem a natureza de não deixar o acusado sair do país, e nega a devolução do passaporte por entender que não é possível ainda. Segundo o magistrado, essa medida cautelar pode ser mudada no futuro, mas por hora, continuará vigorando. #Venezuela