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Uma menina de apenas 13 anos foi estuprada neste último sábado (22), na Baixada Fluminense, bem na escada do prédio em que mora com a família. O ato aconteceu no início da noite, quando a adolescente foi abordada pelo estuprador ao subir as escadas do edifício em direção ao apartamento e acabou sendo violentada ali mesmo.

A mãe da menina disse que ela havia ido visitar sua vó e ficou preocupada com a sua longa demora. Quando encontrou sua filha, ela estava deitada no chão, chorando muito e toda suja de sangue - uma cena que ela jamais irá esquecer.

A vítima contou que ao acender a luz do corredor, deparou-se com um sujeito, sentado em um dos degraus da escada, avisando à mãe que estava ali esperando há um bom tempo.

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A adolescente ficou inconsciente ao ser estuprada e, ao acordar, não conseguia ficar de pé e, por isso, foi se arrastando na direção do apartamento da família.

Levada para o hospital municipal Doutor Moacir Rodrigues do Carmo, a menina foi atendida e a equipe médica aconselhou que ela fizesse todos os exames. De acordo com a família, porém, ainda não foi possível realizar o exame de corpo de delito, já que a jovem vem apresentando um intenso sangramento desde então, o que inviabiliza o procedimento. Nesta segunda-feira, ela retornou a um posto de saúde da cidade.

A vítima disse à polícia que conhece o estuprador. Segundo parentes, trata-se de um homem que com frequência era visto passando diante do imóvel onde a família mora, nas proximidades da estação de trem de Campos Elíseos, olhando em direção ao apartamento.

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O possível suspeito, contudo, apresentou-se espontaneamente à polícia e entregou imagens de câmeras de segurança que, pelo menos a princípio, comprovam que ele estava em casa no momento do #Estupro.

A polícia agora está em dúvida sobre o verdadeiro culpado pelo estupro e as investigações já foram iniciadas, só que nenhuma hipótese será descartada. A intenção dos investigadores é conseguir imagens de câmeras de segurança presentes na região onde a menina foi violentada, pois assim ficaria mais fácil saber se o acusado é ou não inocente.

A mãe está preocupada, com medo da menina ser atacada novamente. A vítima, traumatizada, quase não sai mais de casa e precisará passar por atendimento psicológico, na tentativa de algum dia superar este trauma. #Violência #Casos de polícia