Uma conspiração de fatores terríveis pode estar por trás da maior tragédia esportiva da história. No fim do ano passado, um avião que levava o time da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, acabou caindo a poucos quilômetros do aeroporto. A aeronave, descobriu-se mais tarde, estava com pouco combustível. O acidente virou alvo de diversas investigações. Uma delas da Polícia Federal, como mostra uma matéria publicada pelo jornal 'Folha de São Paulo'. Os policiais querem saber o que há por trás de uma estranha união entre a Conmebol, a Lamia e a própria #Chapecoense.

Novo capítulo da tragédia: Polícia Federal investiga elo da Chape com empresa aérea de acidente

O que a Polícia Federal quer saber é porque os times estavam contratando frequentemente a Lamia, mesmo a empresa tendo pouco efetivo de aeronaves e sendo praticamente uma desconhecida nessa área.

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O acidente com o avião da Chapecoense matou 71 das 77 pessoas que estavam a bordo no fim de novembro. O desfecho do ano passado acabou sendo trágico por conta da tragédia. Além disso, os policiais tentam descobrir se a Conmbebol, que organiza a Sul-Americana, obrigaria os times a fazerem viagens apenas com aquela companhia. Já se sabe, por exemplo, que a federação de #Futebol argentino incentivava os clubes do país a viagem pela companhia nem um pouco conhecida.

Viagem era mais barata: mas alguém recebia comissão por fora?

Já se sabe, por exemplo, que a Chapecoense chegou a fazer orçamento com outra companhia aérea, mas que o valor saiu mais caro. O que estranha os policiais é o fato de existir recomendações de federações esportivas para uma empresa tão pequena e que, como descobriu-se mais tarde, não tinha padrões tão seguros de voo.

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Uma possibilidade é que existisse algum esquema por fora, mas, por enquanto, por se tratar de uma investigação sigilosa, a Polícia Federal não fala sobre ela.

Jogadores sobreviventes da Chapecoense já foram ouvidos pela Polícia Federal

Os jogadores Alan Ruschel, Jackson Folmann, Neto e o jornalista Rafael Henzel já foram chamados para depôr. Eles tiveram que lembrar o dia da tragédia e também o que sabiam da empresa, como estava o voo e etc. Reviver momentos de tanta dor, é claro, não foi nada fácil para nenhum deles. Apenas para lembrar, a Lamia sequer tinha seguro contra acidentes do tipo. Além disso, o avião não tinha condição de fazer uma viagem tão longa sem nenhum tipo de parada.

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