O pastor Euclides Vieira, da Igreja Evangelho Quadrangular de Itapetininga, interior de São Paulo, foi procurado Suzane von Richthofen e seu noivo, Rogério Olberg, em maio passado. O motivo do encontro seria o desejo da presidiária de ser tornar uma missionária evangélica.

Suzane foi condenada a 39 anos de prisão por tramar e participar da morte de seus pais em outubro de 2002, junto com o então namorado, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian Cravinhos.

O #Pastor afirma que conhece o atual noivo de Suzane desde 2005 e há mais de um ano tem contato com ela. O pastor disse que quando se encontrou com Suzane pela primeira vez, em 2016, viu que ela era uma pessoa totalmente diferente do que imaginava.

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No último encontro, quando Suzane obteve a saída temporária por causa do Dia das Mães, ela procurou o pastor e, segundo ele, disse que queria se tornar uma missionária evangélica para levar a palavra de Deus aos outros e explicar como Ele a mudou. O pastor prometeu que irá apoia-la e indicar o caminho.

O religioso e empresário Olberg, que mora na cidade de Angatuba, conheceu Suzane porque tem uma irmã presa em Tremembé e começou a evangelizá-la por cartas. Com o tempo, os dois se apaixonaram.

Suzane passou a frequentar os cultos na #cadeia e chegou a ser batizada. O pastor Euclides acredita que ela tenha sido liberta e que mereça uma nova chance, pois Deus perdoa quem se arrepende.

Suzane teve namorada na cadeia

Antes de conhecer Rogério, Suzane viveu um relacionamento amoroso dentro do presídio de Tremembé com Sandra Regina Ruiz Gomes, conhecida como Sandrão que cumpre pena pelo sequestro e morte de um adolescente em Mogi das Cruzes.

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O casal chegou a dividir uma cela e até a dar entrevistas juntos, mas o relacionamento acabou quando Sandrão foi cumprir o restante da pena em regime semi-aberto em outro presídio.

Quando a mídia tomou conhecimento de que Suzane estava namorando agora com um evangélico, tratou de procurá-lo, mas Olberg disse que não se importava com o passado dela, que o que valia era do momento em que se conheceram em diante.

População não esquece crime nem perdoa Suzane

A cada notícia divulgada sobre #Suzane Von Richthofen, os comentários postados nas redes sociais, em sua grande maioria, demonstram muita raiva pelo crime que ela ajudou a tramar. Jovem de classe média-alta, vislumbrava um futuro cheio de possibilidades, mas que mudou radicalmente, assim que foi detida. De quebra, ainda prejudicou a vida do irmão que, na época, era uma criança e que até hoje sofre com a inconsequência de seus atos.