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O corpo de Agatha Nicole Silva Victorino, de apenas 6 anos, foi encontrado dentro de uma mala, em um rio no Engenho Novo, localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro, na madrugada desta sexta-feira (4). De acordo com o portal de notícias online do jornal Extra, a garotinha desapareceu na quinta-feira (3).

Por volta das 17h, ela foi vista pela última vez, brincando no quintal de sua casa, que fica na Rua 24 de Maio, no mesmo bairro.

Conhecido da família

Um homem, identificado apenas como Alexandre se entregou a #Polícia na tarde desta sexta-feira. Ele prestou os primeiros esclarecimentos na Divisão de Homicídios (DH). O suspeito resolveu procurar a polícia depois que seu próprio filho de 10 anos o reconheceu em um vídeo feito por uma câmara de segurança de uma das ruas do bairro, onde ele aparece carregando a mala que foi jogada no rio com a garotinha ainda viva.

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O filho do acusado de matar Agatha avisou para uma das tias, irmã de seu pai, que acionou a polícia. Quando os parentes da garotinha souberam que ele se entregou e estava na delegacia, foram para o local.

A mãe de Agatha, Luane Christine Silva Victorino, de 23 anos, estava inconformada e queria falar com o Alexandre, que segundo ela, morava no quintal da sua casa há muitos anos. A mãe da vítima afirmou que gostaria de tentar entender porque ele foi capaz de fazer tal barbaridade com uma menina indefesa.

Assista ao vídeo que mostra Alexandre jogando a mala com Agatha dentro do rio:

Ainda de acordo com informações colhidas pelo Extra, Alexandre teria tentado enterrar a garotinha dentro da sua casa.

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Ele chegou a abrir uma pequena cova em um dos cômodos do imóvel, mas acabou desistindo.

Foi então que ele resolveu usar a mala, que pertencia a um dos seus filhos, para carregar o corpo e jogar dentro do rio. Familiares e conhecidos de Alexandre afirmaram que ele é usuário de crack e cocaína.

Estupro

Fabio Cardoso, delegado titular da Divisão de Homicídios, informou que Agatha foi estuprada, agredida e esganada [VIDEO]. O laudo técnico do Instituto Médico Legal constatou que a garota morreu por asfixia causada por afogamento, ou seja, quando foi jogada no rio, Agatha ainda estava viva.

Segundo o delegado um caso como esse deixa a todos comovidos e que até os investigadores mais experientes estavam perplexos diante de tamanha crueldade. Dentro da mala, junto ao corpo de Aghata, foi encontrado um pacote de biscoitos que provavelmente serviu como isca para atrair a garotinha para a morte.

Violência

As crianças são presas fáceis para assassinos cruéis e na maioria das vezes eles são conhecidos ou vivem próximos de suas vítimas.

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As leis caducas e as penas praticadas no Brasil precisam ser revistas.

A justiça morosa traz a sensação de impunidade que encoraja os criminosos. Até quando os pais vão chorar sobre seus filhos mortos? Cada vez mais brasileiros inocentes, tombam sobre o solo da pátria que um dia foi ‘’uma mãe gentil’’. #criminosos