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O caso da tragédia envolvendo a família #Pesseghini completou quatro anos no último sábado (5) e poderá ter um novo rumo. O assassinato, que marcou o ano de 2013, envolveu quatro pessoas, dentre elas estavam a avó Benedita Oliveira, de 65 anos, a tia-avó Bernadete Oliveira, de 55 anos, o pai, o sargento Luís Marcelo, de 40 anos de idade, e a cabo de 35 anos Andréia Regina, a mãe de Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, que cometeu o suicídio, e segundo o relatório das investigações policiais, é o autor do crime.

A apuração do caso foi realizada pela #Delegacia de Polícia de Crimes Múltiplos do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), que utilizou as imagens gravadas por câmeras de segurança no bairro da Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo, onde a família residia.

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O Departamento de Homicídios da polícia concluiu, através de imagens gravadas e do laudo balístico, que o menino de 13 anos foi o autor dos disparos à queima roupa que partiram da pistola .40 da mãe contra os familiares presentes na casa, caracterizando como assassinato seguido de suicídio.

Família Pesseghini não concorda com o desfecho do caso

Os avós paternos de Marcelo ficaram descontentes com a conclusão do caso dada pelo Estado e, por conta disso, levaram a questão até a Justiça internacional, recorrendo à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), pertencente a Organização dos Estados Americanos (OEA).

A família contratou um #Perito americano para realizar uma análise das imagens capturadas pelas câmeras de segurança, pois alegaram manipulação de imagens. De acordo com o laudo emitido pelo perito norte-americano e investigador do caso, certo momentos da gravação em que mostravam o menino Marcelo deixando o carro de sua mãe e seguindo em direção à escola desapareceram propositalmente do arquivo.

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Aproximadamente 42 segundos de um dos vídeos gravados foram apagados e estão ausentes no laudo dado pela polícia, segundo as informações divulgadas pelo site de notícias G1. O portal também acrescenta que as imagens ausentes poderiam comprovar que o adolescente não se encontrava sozinho quando o carro parou próximo à escola, o que seria a peça-chave para desvendar este mistério e dar novo rumo ao caso.

Testemunhas

Vizinhos próximos à família Pesseghini contaram que, paralelo aos laudos das investigações policiais, existia um boato de que algumas pessoas acreditavam que a família teria sido brutalmente assassinada por outros militares, mas, por enquanto, nada foi confirmado.

A chacina que abalou o mundo em breve poderá ter novidades. Compartilhe com os amigos nas redes sociais.