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Um caso de suposto estelionato está dando o que falar no Nordeste do país. Uma empresária e #estilista, que é dona de uma famosa grife de roupas no Estado do Piauí é alvo de investigação, por parte da Polícia Civil, por causa de denúncias que apontam que ela estaria vendendo roupas falsificadas. De acordo com as investigações, a proprietária da grife é acusada de comprar roupas na região do Brás, em São Paulo, e colocar a etiqueta de sua grife nas peças, ou seja, ela estaria vendendo "gato por lebre".

A estilista, identificada como #Andressa Leão, é proprietária da marca "Andressa Leão", nome de fantasia usado pela sua empresa, a AL Indústria e Comércio de Vestuário Ltda.

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ME, com sede em Teresina.

Grife é acusada de vender roupa adulterada com preço 10 vezes maior

A Leão Store é acusada de vender roupas adquiridas em uma região de comércio popular em São Paulo, que vende produtos a preços baixos, como se fossem originais da grife. Segundo a investigação, as peças de roupas seriam adquiridas em lojas do Brás e teriam as etiquetas adulteradas e substituídas por etiquetas da Leão Store.

A denúncia sobre a possível adulteração foi feita na imprensa piauiense e agora é alvo de investigação por parte da Delegacia Especializada de Crimes contra a Ordem Tributária, Econômica e contra as Relações de Consumo (Deccortec). O processo investigatório foi instaurado pela promotora Maria das Graças do Monte Teixeira, que atua na área de defesa do consumidor.

Caso gerou repercussão avassaladora nas redes sociais

Antes de ser abordado na imprensa, o caso da possível falsificação gerou grande repercussão nas redes sociais, inclusive levando a proprietária a se pronunciar e a justificar, através de uma nota publicada no início do ano.

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Desde então, a situação tem respingado negativamente sobre o nome da marca.

Ao responder as acusações de que comprava roupas no Lojão do Brás e as revenderia com preços 10 vezes mais altos e etiqueta trocada, a proprietária da grife esclareceu que sua empresa é responsável por 70% da produção das peças e que o restante provém de fábricas nacionais que terceirizam a produção.

Segundo estilista, menos de 10% da produção são comprados de outras fábricas

Em um vídeo recente, divulgado nas redes sociais da estilista, Andressa Leão admitiu que 10% dos produtos da grife são comprados de outras fábricas. Segundo ela, essas fábricas revendem para outras empresas e também para as lojas de bairros de comércio popular em São Paulo. "Não chegamos a comprar no Bom Retiro, mas eles podem ter produtos iguais aos nossos", admitiu.

Segundo a estilista, o trabalho da grife possui qualidade e as peças são escolhidas "a dedo". "Podemos sim colocar nossa etiqueta e, a partir do momento em que ela (a peça) sai da fábrica, eu assumo a responsabilidade e ela leva a minha etiqueta", declarou, no vídeo.

Enquanto isso, o trabalho de investigação continua, até que se apure a responsabilidade ou não da estilista. #roupa falsificada