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Em 2016, um crime que ocorreu no Rio de Janeiro acabou tendo repercussão internacional. Uma jovem de apenas 16 anos foi abusada sexualmente em uma favela da cidade. O Rio recebeu naquele ano os jogos olímpicos e, por isso, a repercussão em torno do caso foi ainda maior.

Muita gente não entendeu o que de fato aconteceu nesse crime, mas suspeitos foram presos, após a adolescente dizer que foi estuprada por mais de 30 homens. Vídeo e fotos comprovaram que houve mesmo o abuso sexual. Mas o que aconteceu desde então com a garota?

Menina que sofreu estupro coletivo no Rio de Janeiro vira letra ofensiva de funk

Logo após o crime ocorrer, a jovem virou uma letra de funk, completamente impublicável.

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O site ‘’Correio 24 Horas’’ republicou nesse fim de semana uma matéria de junho de 2016 sobre o caso, lembrando que o funk citava criminosos que teria violentado a garota.

Ela é tratada como "ponta firme", pois fortaleceria toda a comunidade.

Em entrevista a Roberto Cabrini, menina do estupro coletivo do RJ diz que sua vida acabou

O jornalista Roberto Cabrini exibiu no fim do mês passado uma reportagem sobre o que aconteceu com a jovem. Desde o crime, ela saiu do Rio de Janeiro e entrou em um programa de proteção às testemunhas.

A garota diz que sua vida sofreu uma verdadeira reviravolta e que hoje tenta recomeçar, mas que sua vida teria acabado ali, A estuprada diz que não consegue conviver fingindo ser o que não é e é complicado até pessoas que a reconhecem pelo fato do crime ter ganhado uma super exposição em todo o país.

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Garota do Rio de Janeiro que sofreu estupro coletivo foi violentada também com fotos

Na entrevista, o jornalista lembrou do fato de fotos dela com armas terem sido divulgadas nas redes sociais. A menina vivia em uma comunidade e dizia que realmente tinha muito contato com os bandidos, mas que nem todas as fotos divulgadas eram delas.

De qualquer forma, a garota fala que foi violentada e que isso sim é o crime que aconteceu.

Após estupro coletivo no Rio de Janeiro, polícia passou a dar mais atenção aos crimes online

É bom lembrar que o crime do Rio ganhou repercussão graças à divulgação de vídeos em que mostravam a menina completamente desacordada em uma cama da comunidade. Após isso, a polícia carioca passou a dar ainda mais atenção aos crimes que ocorrem na internet.

No Rio, existe a chamada DRCI, que é a Delegacia de Repressão aos crimes de internet. É essa delegacia que ajudou casos como o da Menina Titi, filha de Bruno Gagliasso, que sofreu racismo online. #Menina estuprada #Estupro coletivo do Rio de Janeiro