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Em 2013, um crime chocou o Brasil. Um adolescente se envolveu em um crime macabro, que muitos dizem que foi inspirado nos verdadeiros assassinatos de 1974 em Nova York [VIDEO], que constituíram a base do livro e filme The Amityville Horror, clássico do terror.

Trata-se de Marcelo Pesseghini, de 13 anos, que foi acusado de tirar a vida de seus próprios pais, sua avó e uma tia-avó, antes de passar o dia inteiro na escola e depois se suicidar.

Na noite de 4 de agosto de 2013, Marcelo caminhou calmamente por sua casa com a pistola do pai, matando cada um dos membros de sua família. A #Polícia acredita que Marcelo atirou em cada vítima na cabeça com uma pistola calibre 40.

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O sargento da polícia, Luiz Marcelo Pesseghini, 40, a esposa Andreia Regina, 36, a avó Benedita, de 65 anos, e a tia-avó Bernadete, de 55 anos, foram mortos na cama.

No dia seguinte, o jovem levou o carro da mãe para a escola com a arma do crime e uma segunda arma de calibre 32, em sua mochila, [VIDEO]ilustrando que o crime juvenil não é apenas um caso de filme de terror.

Quando Marcelo voltou para casa, ele cometeu suicídio. Um amigo disse à polícia que Marcelo queria se tornar um assassino de aluguel. Marcelo também carregou referências aos assassinatos da franquia “Assassin's Creed”, aos sites de redes sociais antes de matar sua família. Outras teorias surgiram ao longo do tempo, sugerindo que a polícia corrupta ou membros do crime organizado eram os responsáveis ​​pelos assassinatos.

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Apesar das evidências, alguns parentes da família eram céticos sobre o envolvimento do jovem nos assassinatos.

Reviravolta no caso

Após 4 anos de uma busca incessante e frustrada de provar a inocência de Marcelo, os familiares do garoto vão tentar recorrer ao laudo americano realizado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA), que indica que as gravações divulgadas pela Polícia Civil foram manipuladas para culpar o adolescente pelo terrível assassinato e reabrir o caso, que foi arquivado, com objetivo de achar os verdadeiros culpados pelo crime.

De acordo com o G1, o documento indica que há erros em frames das filmagens, que exibem o jovem deixando o carro da mãe e dirigindo-se ao caminho da escola, além de várias repetições. Outro apontamento foi o relógio da câmera de segurança que, nas gravações, para de funcionar e depois retorna ao funcionamento. Além disso, vizinhos do garoto contaram que ouviram relatos de pessoas que afirmam que um grupo de policiais militares foram os verdadeiros responsáveis pelas mortes da família. #investigação #Marcelinho