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Um dos casos que mais chocou a população nacional é, sem dúvidas, o do assassinato da menina de cinco anos que foi atirada do sexto andar do prédio em que morava, #Isabella Nardoni. Recentemente, o enredo da história ganhou um detalhe cruel aos olhos do advogado Percival de Souza. Ele, que trabalha como comentarista no "Balanço Geral", da Record TV, relatou em um texto do blog "Arquivo Vivo", do portal R7, a forma como a polícia conduziu as investigações iniciais do caso.

Segundo Percival, os delegados responsáveis pelo atendimento inicial do processo convocaram o pai, #Alexandre Nardoni, e a madrasta da garota, Ana Carolina Jatobá, para uma série de perguntas, com o propósito de desvendar o motivo de a menina ter caído do prédio [VIDEO].

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Mas o que surpreendeu os oficiais foi a forma como o pai de Isabela lidava com o fato de a filha ter morrido há poucas horas antes daquele momento. De acordo com o delegado, Alexandre o interrompeu após algumas horas de entrevista e disse estar com vontade de ir para casa e tomar uma ducha, pois estava cansado. Além disso, o homem não demonstrava estar abatido com a morte de sua filha.

O advogado contou também em seu texto, que os delegados ficaram surpresos com o comportamento de Alexandre, quando resolveram se questionar sobre o porquê de um pai querer ir para casa tomar banho ao invés de se preocupar com a morte da filha. Este questionamento foi crucial para que Alexandre deixasse o posto de vítima, para se tornar o principal suspeito do crime.

Com o auxílio de um kit de luminol, recebido pela polícia dias antes do crime, em 2008, as autoridades identificaram rastros de sangue presentes no elevador e corredores do prédio onde a família morava.

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O luminol é capaz de encontrar sangue em superfícies que foram lavadas. O uso do composto químico foi de grande importância para incriminar os responsáveis pelo triste fim da garotinha.

Os delegados chegaram ao ponto de usar a substância após as características de o pai demonstrar o quanto ele não se importava com a morte da filha e um laudo concluir que não houve arrombamento do prédio e nem no apartamento. No dia do crime, a rede de monitoramento por câmeras do condomínio foi cortada, mas que não atrapalhou a investigação dos policiais. Eles chegaram à conclusão de que Isabella não teria caído da sacada, mas sim, arremessada. [VIDEO]Os pais de Isabella foram condenados e atualmente, Ana Carolina Jatobá está em regime semiaberto.