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Responsável pelas operações das Forças Armadas na #Rocinha, o general Mauro Sinot concedeu uma entrevista coletiva neste sábado, dia 23, onde falou ao lado do secretário de segurança do Rio de Janeiro, Roberto Sá, sobre a situação na comunidade.

Segundo Sinot, os 950 homens do Exército, Marinha e Aéronautica que estão atualmente na Rocinha não tem prazo para deixar o local. De acordo com o general e com o secretário, a decisão sobre a permanência dos homens das Forças Armadas na comunidade será definida pelo Ministério da Defesa, mas a ideia inicial é a de que o reforço de segurança permaneça até a estabilização da situação na região, que vem registrando diversos tiroteios e confrontos nos últimos dias [VIDEO].

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Segundo investigadores, a atual crise de segurança na Rocinha teria se iniciado após confrontos das facções lideradas pelos traficantes Rogério 157, que supostamente está se escondendo na mata [VIDEO] ao redor da Rocinha, e Nem, que está detido em Porto Velho, no Pará.

O que teria começado como uma disputa pelo controle do tráfico na Rocinha, maior favela do Brasil com mais de 70 mil moradores, teria se transformado em uma situação de guerra, com frequentes tiroteios e conflitos, o que motivou as operações intensas do Bope e das Forças Armadas.

Uma operação integrada realizada pela polícia e pelas Forças Armadas na madrugada desta sexta-feira, dia 22, para este sábado, dia 23, terminou com a prisão de cinco criminosos, além da apreensão de 16 fuzis e de granadas, munições, dinheiro, drogas e outros aparatos utilizados pelos criminosos ligados ao tráfico de drogas da região.

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#Criminalidade #riodejaneiro