O ajudante geral Diego Ferreira de Novais acaba de ser preso novamente, após outra tentativa de atacar uma mulher. O crime ocorreu por volta das 8h da manhã deste sábado dentro de um ônibus que na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na altura do número 2500.

Novais foi detido quando fazia um ato obsceno em direção a uma mulher. Revoltados, os passageiros o agarraram e pediram que o motorista fechasse as portas do ônibus. Com a chegada da #Polícia, o agressor foi preso em flagrante e encaminhado para o 78º DP.

Novais já foi acusado por 17 crimes sexuais que vão desde assédio a estupro [VIDEO]. Na última terça-feira (29), ele tinha sido preso por ejacular no pescoço de uma mulher dentro do ônibus, mas pouco mais de 24 horas depois por ordem do juiz José Eugenio do Amaral Souza Neto em audiência que ocorreu no Fórum da Barra Funda.

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Segundo o juiz, na ocasião o acusado não tinha agido de maneira violenta e nem cometido um estupro apenas uma contravenção penal, uma importunação ofensiva ao pudor, e por isso não deveria ser preso, mas sim, passar por tratamento psiquiátrico.

Além de causar espanto, a decisão do juiz foi duramente criticada nas redes sociais e na mídia. A prova de que Novais é um perigo solto, foi dada com rapidez e certamente fará com que os debates sobre uma punição mais rigorosa a atos como esse, não sejam tratados de maneira branda pela Justiça.

Os ataques sexuais de Novais começaram em 2009 e só este ano, contando o caso de hoje, já são seis. Os crimes vão desde atos como esfregar o pênis no braço de uma mulher, se masturbar na frente de mulheres até casos de estupro

Mudança nas leis

Desde a soltura de Novais, diversos juristas têm explicado nos meios de comunicação que somente com uma atualização das leis penais, casos como o de Novais poderão ser exemplarmente punidos.

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Mas a sociedade não entende como alguém que comete repetidos atos de abuso sexual pode ficar solto mesmo com as leis atuais

Revolta na internet

Nas redes sociais, a nova detenção de Novais vem chamando atenção pela revolta dos internautas. Um deles afirmou que era preciso mudaras leis para que pessoas como ele fossem castradas. Outros criticaram ferozmente o juiz que o liberou anteriormente.

Mas já os que pregam até a violência contra o acusado, afirmando que já que a Justiça não faz nada, o jeito é na próxima vez, a própria população “julgá-lo”. Obviamente uma atitude que não deve ser tomada, mas que demonstra a revolta de homens e mulheres diante do caso #Onibus #São Paulo