O Sul é Meu País é um movimento que vem ganhando cada vez mais força e hoje, dia 7, está realizando um plebiscito informal que começou às 8 horas da manhã e vai até às 20 horas da noite. Nesse plebiscito, os eleitores são questionados se concordam com a possibilidade do Paraná, #Santa Catarina e #Rio Grande do Sul se separarem do Brasil e formarem um novo país.

A Plebisul, como foi batizada a consulta, espera contar com pelo menos 2 milhões de moradores desses estados, ou seja, cerca de 10% do eleitorado do sul do país. Mais de mil municípios receberam as urnas e o site ‘SulLivre.org’ disponibilizou a relação de todos os locais onde as votações estão sendo realizadas.

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Para encontrar o local com a urna mais próximo de você, é só acessar o site e fazer a consulta. Em cada cédula de votação, a pessoa marca com um 'X' no 'Sim' ou no 'Não'. Não é preciso levar título de eleitor. Basta ter idade acima de 16 anos para ir em qualquer uma das urnas e deixar o seu voto.

Anidria Rocha, coordenadora geral do movimento, tem plena consciência de que esse plebiscito não tem nenhum valor legal e muito menos jurídico, pois o Congresso Nacional não autorizou a realização do mesmo. Entretanto, ela alega que é de suma importância essa votação para que todos possam saber qual é a opinião de uma parte da população dos três estados.

Vale lembrar que de acordo com a Constituição Federal não é permitido separar os estados e municípios do país, mas Anidria explicou que o movimento, neste primeiro momento, não está buscando uma separação e sim saber o que a população pensa a respeito.

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Há um ano foi realizado um plebiscito como esse e pouco mais de 600 mil pessoas votaram. Na ocasião, 95% se mostrou a favor da independência dos três estados do sul do restante do país.

A diferença para o plebiscito de agora é que o eleitor também pode assinar um projeto de lei pedindo que no ano que vem seja realizado um plebiscito oficial. Basta que a pessoa apresente um documento de identificação para participar.

O movimento diz querer trabalhar de forma pacífica, democrática e conscientizando a população, dos estados do sul sobre, a importância de lutar por esta independência, pois boa parte do dinheiro arrecadado vai para Brasília e quase não há retorno. As pessoas desse movimento acreditam que se o sul do Brasil se tornar independente poderá administrar melhor os recursos.

Por enquanto, não foi criada a bandeira e nem o hino para o novo país que se formaria. #Política