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O #Ministro do Tribunal Superior Eleitoral Admar Gonzaga foi acusado [VIDEO]pela sua mulher Élida Gonzaga de agressão. A esposa registrou um boletim de ocorrência alegando que foi empurrada pelo marido e agredida no olho. Élida também citou que foi xingada. Fotos foram anexadas ao processo e o Instituto Médico Legal (IML) concluiu que a agressão realmente existiu. No entanto, Admar Gonzaga surgiu com outras provas, mostrando que há princípio, ele apenas se defendeu da mulher e também foi agredido após um grave crise de ciúmes de Élida.

Em versão apresentada ao Supremo Tribunal Federal (#STF) e para a Procuradoria-Geral da República, o ministro negou que tenha tentado machucar Élida.

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Ele conta que a mulher começou o arranhando deixando "marcas permanentes" e ele se defendeu para não sofrer maiores danos. Fotos de sua possível agressão foram anexadas ao processo para análise.

Em um documento assinado pelo ministro do TSE, ele conta que Élida teve uma crise ciumenta incontrolável, fazendo-a agir por impulso. Segundo ele, a mulher também teria tomado algumas taças de vinho que levaram-na a uma embriaguez. O inquérito envolvendo o casal foi enviado até a Suprema Corte devido o ministro ter foro privilegiado. A polícia evidenciou caso de lesão corporal, #Violência doméstica e injúria.

Sobre a lesão sofrida por Élida

O ministro disse que a lesão no olho de sua mulher ocorreu devido a um escorregão que ela sofreu, fazendo com que ela caísse e machucasse seu olho na banheira de casa.

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Admar Gonzaga disse que acabou empurrando a mulher após ela começar atacá-lo fortemente com unhadas causando feridas. Ele diz que os empurrões foram consequência de sua legítima defesa na situação.

Élida contou que foi chamada de "vagabunda" [VIDEO] pelo marido, porém ele nega. O ministro disse que jamais iria usar palavras de baixo calão para se referir a sua própria mulher. Ele foi enfático: "Sempre me dirigi a ela como o amor da minha vida".

Logo após dar a queixa, Élida voltou na delegacia e disse que aquilo não passava de uma "crise de ciúmes", tentando negar a existência da acusação.

Há princípio, os advogados do casal eram os mesmos, no entanto foi recomendado para que eles trocassem a defesa para não prejudicar o andamento do processo. O mesmo advogado para ambos poderia trazer problemas. Os advogados foram procurados para dar esclarecimentos sobre o caso, porém eles não atenderam as ligações.