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Alguém que esteja lendo este artigo poderia até dizer que a narração do fato real que se segue não passou de uma fatalidade, mas não é bem isso o que a Justiça considerou acerca do #Caso de polícia com o assassinato de Andressa Silva Gouveia, uma jovem de apenas 22 anos de idade, que foi morta após ser atingida por um disparo fatal com arma de fogo por uma amiga. [VIDEO]

Andressa estava com mais algumas pessoas na cidade litorânea de Mongaguá, no Estado de São Paulo, e na noite do último sábado (28), ela foi mortalmente ferida pelo tiro no transcorrer de uma discussão conjugal entre um casal de conhecidos.

A jovem, que era moradora da cidade de Diadema, resolveu passar o final de semana na praia, juntamente com outros casais de amigos e acabou sendo vítima de um crime estúpido; sendo que a mulher que alvejou a moça, tratou de fugir da cena do homicídio, e a arma de onde saíram os tiros também não foi encontrada.

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Os policiais que ouviram as testemunhas presentes na hora em que Andressa foi ferid [VIDEO] descobriram que vários amigos alugaram uma casa situada no Balneário Vila Seabra com o objetivo de se descontraírem durante o final de semana. Entretanto, em torno das 21h30 da noite de sábado, Zilma Rodrigues do Amaral e Alexandre Antonio dos Santos, os dois com 38 anos de idade, deram início a uma discussão.

As pessoas que estavam próximas à piscina no momento do bate-boca disseram que Zilma atirou contra o companheiro, mas acabou acertando uma outra mulher que estava sentada numa cadeira perto dos dois. Um indivíduo que também estava no local conseguiu desarmar a atiradora, no mesmo tempo em que Andressa era socorrida por outras pessoas.

O delegado de Mongaguá, Marcos Roberto da Silva, falou que a #Polícia Militar da cidade foi chamada, mas não a tempo de impedir a fuga de Zilma.

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Andressa, após ser atingida na região do tórax, foi levada às pressas para o Pronto Socorro de Mongaguá, todavia, acabou vindo a óbito poucos minutos depois do acontecido. O corpo da vítima foi levado ao IML (Instituto Medico Legal) da localidade de Praia Grande no domingo (29) para o desembaraço legal necessário em casos como esse.

Marcos Roberto revelou ainda que Zilma e Alexandre tinham uma união estável há 12 anos, e têm uma filha. As pessoas presentes na casa falaram aos policiais [VIDEO] que era bastante comum ver o casal brigando nos encontros entre amigos. Todavia, ninguém soube dizer para onde foi parar a arma utilizada no assassinato de Andressa, o que atrapalha na investigação e conclusão do assunto.

O pior de tudo isso é que mais uma vida inocente foi perdida a troco de nada, levando a discussão por parte de alguns representantes da sociedade se realmente o porte de armas deve ser liberado para a população civil como um todo com o objetivo de se proteger dos bandidos e seus #Crimes.