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Em uma reviravolta incrível, que até chegou a revoltar populares, o padrasto de #Itaberli Lozano, de 17 anos, que foi esfaqueado e queimado acabou inocentado por falta de provas. A mãe do garoto que era assumidamente gay e teria despertado a fúria da progenitora, chegou a confessar o crime e incriminar seu companheiro, mas depois voltou atrás e disse que foi coagida a confessar. O crime que foi triplamente qualificado, levará, além da mãe do menino,#Tatiana Lozano, a júri popular [VIDEO], também terá outros dois suspeitos.

Segundo o Ministério Público a motivação do crime foi pelo fato do rapaz ser gay.

Padrasto de Itaberli Lozano, o menino gay morto a facadas e queimado, é inocentado

O padrasto Alex Pereira, que estava preso desde a data do crime, deixou o Centro de Detenção Provisória de Taiúva (SP) nesta semana.

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Ele foi inocentado do crime de Itaberli por falta de provas. Segundo a mãe do jovem homossexual, ele teria tido participação no assassinato e na ocultação de seu cadáver. A sentença foi proferida na última quinta-feira, 30.

Na mesma decisão, o juiz qualificou o crime como triplamente qualificado, sendo as qualificadoras: motivo torpe ou banal, meio cruel e recurso que impediu qualquer tipo de defesa da vítima. E determinou que a mãe responda também pela corrupção de menores, pois envolveu um rapaz de 16 anos para ajudar no crime. Por fim, Tatiana Lozano, mãe de Itaberli, também responderá por ocultação de cadáver. Tudo isto será decidido em júri popular, ainda sem data para acontecer.

Advogado de defesa da mãe e padrasto disse que não há provas, apenas indícios

Segundo o advogado da mãe de Itaberli e de seu companheiro, Hamilton Paulino, ele vai recorrer da decisão.

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Segundo ele, não há nenhuma prova contra a mãe do menino. 'Existem apenas indícios', revelou.

Os outros dois indiciados também encaminhados a júri popular, Silva e Barissa, por meio do advogado Flávio Tiepolo, também recorrerão da decisão de mandá-los para júri popular.

Tatiana também está presa desde janeiro, data do crime.

Ainda cabe ressaltar que apenas em junho o IML determinou que o corpo encontrado no milharal próximo à casa da família era mesmo de Itaberli.

Relembre o caso de Itaberli, o jovem gay morto pela mãe, que vai a júri popular

Em 7 de janeiro, o jovem de apenas 17 anos, Itaberli Lozano [VIDEO]é encontrado carbonizado em uma plantação próximo à casa da mãe. Alex Pereira, o padrasto e a mãe, Tatiana Lozano, assumiram a autoria do crime, que teria acontecido na virada do ano. Dias depois, os dois voltaram atrás sobre o crime.

Tatiana havia revelado que esfaqueou o filho em 29 de dezembro e contou com a ajuda de Victor Roberto da Silva, de 19 anos, e Miller Barissa, de 18, para cometer o crime.

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Uma estudante de 16 anos também foi encaminhada ao abrigo, pois ela teria sido cooptada para o crime pela mãe de Itaberli.

A acusação pública definiu que o crime teve motivação por homofobia [VIDEO]. O corpo só foi enterrado em julho, após confirmado por DNA, se tratar do corpo de Itaberli. #mãe que matou filho gay